Sabedoria em gotas...

FELICIDADE


"O psicanalista paulista Leopold Nosek esclarece bem essa questão:

O sonho dourado das pessoas é a felicidade permanente.

Isso não existe.

A grande felicidade vem depois da insatisfação.

A vida é para cima e para baixo.

A oscilação é o que dá prazer: satisfação, insatisfação, amparo, desamparo.

A linha reta no eletrocardiograma é a morte".

Autor Desconhecido

O amanhã ainda tem jeito...

ENTUSIASMO

A depressão, comenta-se, é a doença do século. Ouve-se falar em estresse, desmotivação para a vida, desalento. Qual será o motivo de tanto desânimo?

Alguns apontam as tragédias naturais que arrasam populações, as guerras constantes, a inflação, como responsáveis primordiais.

Outros falam na esperança que viajou para lugares ignotos, com passagem única.

No entanto, é bem verdade que pessoas que sobrevivem a dores acerbas, a problemas graves, não são as que se apresentam mais acabrunhadas.

Por que vivemos, então, sem motivação?

Quando crianças, somos naturalmente entusiastas. Quem não se recorda que tudo nos encantava?

Quando aprendemos a falar, não parávamos de conversar. No ônibus, na rua, no carro, em casa. Um contínuo “tatibitati”.

“Olha, mãe! Que lindo!”

“Mãe, mãe, olha o cavalinho!”

“Hei, pai! Você viu que carrão legal? Você viu, pai?”

Quase sempre, o silêncio era a resposta.

Adultos andam sempre pensativos. Têm muitos problemas.

E de tanto falar, sem resposta, fomos absorvendo a idéia de que adultos são pessoas sérias, com muitas dificuldades a resolver.

Nada mais natural que tenhamos assumido essa postura, ao nos tornarmos adultos.

Mas quando crianças, olhávamos o mar imenso, as ondas gigantes, a areia interminável, a bola.

Corríamos pela praia, incansáveis.

“Vem, pai, vamos buscar água com meu baldinho.”

“Pai, entra na água comigo?”

“Pai, você me carrega?”

A resposta quase sempre era:

“Dá pra dar um tempo? Pode me deixar em paz um momento?”

“Dá pra parar?”

E fomos assimilando a idéia de que pessoas adultas são pessoas cansadas.

Quando crescemos, tomamos a postura do cansaço das coisas, do desencanto pela natureza, pelo que nos cerca.

Cadê o encanto do mar barulhento?

Cadê a graça de mergulhar nas ondas, de fazer esculturas na areia, de jogar bola?

Um dia, descobrimos o mundo mágico das letras. Essa bolinha, com um ganchinho para o lado, mais essa outra com três perninhas, mais... Dava amor.

Começamos a escrever amor no livro de receitas da mamãe, no bloco de anotações do papai, na agenda telefônica.

“Pare de rabiscar, menino!”

Percebemos então que os adultos não costumam escrever coisas bonitas quando as descobrem.

Sentimentos são para serem armazenados. Não expostos.

Mergulhamos no mundo da leitura. Viagens fantásticas, aventuras mil.

“Compra, pai. Olha! É o livro novo!”

“Você está louco, menino? Viu o preço? Vê lá se vou pagar tudo isso por um livro! Há coisas mais importantes.”

Pois é, ler também não era uma boa coisa.

Com tudo isso, não é de admirar que sejamos tão depressivos!

Nosso entusiasmo foi sendo bombardeado, a pouco e pouco. Demonstrar alegria, partilhar conquistas, gritar de entusiasmo, escrever bilhetes de amor, viajar nas letras, tudo perdeu a magia.

Vivemos num mundo de negócios, trabalho, obrigações. Quem tem tempo para coisas pueris, sem importância?

A propósito, você tem filhos? Sobrinhos? Netos?

Pense nisso com carinho, porque o amanhã ainda tem jeito. Depende de nós.


Texto da Equipe de Redação do Momento Espírita.

O que herdam de nós os filhos?



Afinal, quem são nossos filhos, o que representam em nossas vidas e o que representamos nós na vida deles, além do simples relacionamento pais e filhos?

O que herdam de nós ao nascer?
São questões fundamentais trazidas por Hermínio Miranda, em sua obra “Nossos filhos são espíritos.”

O estudioso afirma que “longe de respostas mais claras e objetivas, ou, pelo menos, de hipóteses orientadoras, o que observamos, no dia-a-dia das lutas e alegrias da vida”, é diferente:

Uma coletânea de clichês obsoletos, ou seja, idéias preconcebidas e cristalizadas que, de tão repetidas, assumiram status de verdades inquestionáveis.

Verdades que vamos aceitando meio desatentos, sem procurar examiná-las em profundidade.

Por exemplo: o Marquinho “puxou” o jeito enérgico da mãe, ou a Mônica herdou a inteligência do pai, ou o gosto da tia pelas artes plásticas, ou, ainda, o temperamento da avó Adelaide.

A primeira coisa a desaprender com relação às crianças é a de que elas não herdam características psicológicas, como inteligência, dotes artísticos, temperamento, bom ou mau gosto, simpatia ou antipatia, doçura ou agressividade.

Cada ser é único, em sua estrutura psicológica, preferências, inclinações e idiossincrasias.

Somente ca¬racterísticas físicas são geneticamente transmissíveis: cor da pele, dos olhos, ou dos cabelos, tendência a esta ou àquela conformação física, etc.

Entra ainda a predisposição a esta ou àquela enfermidade, ou a uma saúde mais estável, traços fisionômicos e coisas dessa ordem.

Quanto ao mais, não. Pais inteligentíssimos podem ter filhos medíocres, tanto quanto pais aparentemente pouco dotados podem ter filhos geniais.

Pessoas pacíficas geram filhos turbulentos e vice-versa, pais desarmonizados produzem crianças excelentes, equilibradas e sensatas.

Qualquer um de nós poderá citar pelo menos uma dúzia de exemplos de seu conhecimento para testemunhar a exatidão dessas afirmativas.

Por isso, repetimos, cada criança, cada pessoa é única, é dife¬rente, e embora possam ter duas ou mais, certas características em comum ou muito semelhantes, cada uma delas é um universo pró¬prio, como que individualizado.

Até mesmo gêmeos univitelinos, ou seja, gerados a partir do mesmo ovo, trazem na similitude de certos traços físicos, diferenças fundamentais de temperamento e caráter.

Diferenças que os identificam com precisão, como indivíduos perfeitamente autônomos e singulares.

Definamos, portanto, um importante aspecto: os pais produzem apenas o corpo físico dos filhos, não o Espírito (ou alma) deles.

É fundamental que compreendamos que nossos filhos são Espíritos. São almas que trazem sua própria bagagem psicológica milenar, e que nascem em nosso lar por necessidade.

Necessidade de crescer, de aprender. Necessidade de corrigir equívocos; de ser referência, exemplo, num ninho doméstico despedaçado; necessidade de amar e ser amado.


“Os laços do sangue não criam forçosamente os liames entre os Espíritos.

O corpo procede do corpo, mas o Espírito não procede do Espírito, porquanto o Espírito já existia antes da formação do corpo.

Não é o pai quem cria o Espírito de seu filho; ele mais não faz do que lhe fornecer o invólucro corpóreo, cumprindo-lhe, no entanto, auxiliar o desenvolvimento intelectual e moral do filho, para fazê-lo progredir.”


Redação do Momento Espírita com base no cap. 2 do livro
Nossos filhos são espíritos, de Hermínio Miranda, ed. Lachâtre
e no item 8 do cap. XIV do livro O evangelho segundo o espiritismo,
de Allan Kardec,ed. Feb.

Somos o que pensamos...



CAPÍTULO 159

NÃO se esqueça de que somos o reflexo daquilo que pensamos.

O pensamento plasma nossa vida de amanhã.

Aproveite, portanto, o momento que passa, a fim de construir um amanhã risonho.

Plante em torno de você as sementes de otimismo e bondade, para que possa colher amanhã os frutos do amor e da felicidade.

Se somos escravos do ontem, somos donos de nosso amanhã.


PASTORINO, C. Torres. Minutos de Sabedoria. 39. ed. Petrópolis,RJ: Vozes. 2000.

O Samurai...


Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar o zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.


Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação: esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para reparar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo, e aumentar sua fama.


Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade, e o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos conhecidos, ofendendo inclusive seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.

Desapontados pelo fato de que o mestre aceitar tantos insultos e provocações, os alunos perguntaram: "Como o senhor pode suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que podia perder a luta, ao invés de mostrar-se covarde diante de todos nós?" "Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente?" - perguntou o Samurai. "A quem tentou entregá-lo" - respondeu um dos discípulos.


"O mesmo vale para a inveja, a raiva, e os insultos" - disse o mestre. "Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carregava consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a calma, só se você permitir..."

(Desconheço o Autor)

Os Excluídos...

Era uma vez... Num país bem distante, vivia um rei com os seus súditos. Era um país onde todos os seus habitantes não tinham qualquer tipo de problema. Não havia pobreza, nem miséria, todos eles possuíam casa para morar, emprego fixo, escola, etc., mais parecia um paraíso. A vida média daquele povo ficava por volta de 70 anos.


Um dia, chegaram dois visitantes de terras ainda mais distantes. Um era você, meu caro leitor, o outro eu. Passamos a passear por este reino e observamos que todos os habitantes viviam alegres e em perfeita harmonia uns com os outros. Numa volta pela cidade notamos que a arquitetura dos prédios era de uma rara beleza, feita por mãos de verdadeiros artistas. Andando pelo campo, vimos que não havia nenhuma propriedade improdutiva, todos os camponeses produziam alguma coisa, não existia um lugarzinho sequer que não houvesse uma cultura, principalmente, a de gêneros alimentícios. Era exatamente por isso que não havia fome no reino.


Continuamos a andar pelo campo quando nos afastamos em demasia, e fomos parar nas redondezas desse reino. Chamou-nos a atenção uma placa indicativa com os seguintes dizeres: “Vale dos Excluídos”. Curiosos nós seguimos aquela indicação e fomos deparar com os muros que cercavam todo o reino. Ao aproximarmos, um portão foi aberto e, sem que pudéssemos parar para pensar, nós já estávamos do lado de fora. Era um ambiente terrível, de muita miséria, dor, e sofrimentos.


As pessoas que viviam naquele lugar eram em número muito maior que as que existiam no reino, tão evidente isso, que não era necessário nem contar. Ao aproximarmos de um velhinho, este foi logo nos cumprimentando, e nos perguntou:

- Como vão as coisas lá no reino?

- Tudo bem, dissemos.

- Como? Será que vocês não perceberam que lá quase não há crianças.

- Realmente, não as notamos em grande quantidade, respondemos. Mas por que isso?

- Bom, é porque o rei exige que nossas crianças ao completarem os 7 anos de idade devem se matricular num estabelecimento escolar.

- Ora, isso é o que se deve esperar de um rei que se preocupa com seu povo.

- Seria, se o nosso rei não exigisse que todas as crianças aprendessem tudo o que os adultos sabem somente no primeiro ano de escola, sob pena de serem enviados para este Vale.

- Mas isso é um absurdo. Não há a mínima possibilidade de que uma coisa dessa aconteça.

- Concordamos. Entretanto, não podemos fazer nada, pois nosso rei é todo-poderoso. E cabe-nos apenas nos resignarmos diante dessa situação. Mas o melhor é vocês irem embora bem rápido, pois correm sério risco de ficarem presos aqui para sempre.


Saímos daquele estranho lugar, sem nem mesmo olhar para trás. Voltamos o mais rápido que conseguimos ao nosso país de origem.

Sei, que tanto você quanto eu, estamos indignados diante da atitude desse rei, pois estava sendo muito exigente com as crianças. Era uma, digamos, missão impossível. Esse rei tinha mais súditos no Vale dos Excluídos que dentro dos muros que cercavam seus domínios.

Mas, vamos pensar um pouco. Não é o mesmo que as religiões dizem, que Deus faz conosco, ou seja, quer que atinjamos a perfeição em apenas uma vida? Perceba que uma só vida não é praticamente nada para um espírito que é imortal, que viverá para toda a eternidade. Analisando a situação, vemos que a quantidade de pessoas que não conseguiram se tornar “santos” é muito superior aos que o são. Assim, também, Deus teria mais filhos na exclusão (inferno?) do que no seu reino.

Pense nisso!

Paulo da Silva Neto Sobrinho
da página Irmã www.espirito.org.br.

A paz nasce no lar...


Você já se deu conta de que as guerras, tanto quando a violência, nas suas múltiplas faces, nascem dentro dos lares?

Em tese, é no lar que aprendemos a ser violentos ou pacíficos, viciosos ou virtuosos.

Sim, porque quando o filho chega contando que um colega lhe bateu, os pais logo mandam que ele também bata no agressor.


Muitos pais ainda fazem mais, dizendo: "filho meu não traz desaforo para casa"; "se apanhar na rua, apanha em casa outra vez"!

Se o filho se queixa que alguém lhe xingou com palavrões, logo recebe a receita do revide: "faça o mesmo com ele". "vingue-se", "não deixe por menos".

Quando o amiguinho pega o brinquedo do filho, os pais intercedem dizendo: "tire dele, você é mais forte", "não seja bobo"!


Essas atitudes são muito comuns, e os filhos que crescem ouvindo essas máximas, só não aprendem a lição se tiverem alguma deficiência mental, ou se forem espíritos superiores, o que é raro na terra.

O que geralmente acontece é que aprendem a lição e se tornam cidadãos agressivos, orgulhosos, vingativos e violentos. Ingredientes perfeitos para fomentar guerras e outros tipos de violências.

Se, ao contrário, os pais orientassem o filho com conselhos sábios, como: perdoe, tolere, compartilhe, ajude, colabore, esqueça a ofensa, não passe recibo para a agressividade, os filhos certamente cresceriam alimentando outra disposição íntima.


Seriam cidadãos capazes de lidar com as próprias emoções e dariam outro colorido à sociedade da qual fazem parte.

Formariam uma sociedade pacífica, pois quando uma pessoa age diante de uma agressão, ao invés de reagir, a violência não se espalha.

A paz só será uma realidade, quando os homens forem pacíficos, e isso só acontecerá investindo-se na educação da infância.

Os pais talvez não tenham se dado conta disso, mas a maioria dos vícios também são adquiridos portas à dentro dos lares.

É o pai incentivando o filho a beber, a fumar, a se prostituir, das mais variadas formas.

É a mãe vestindo a filha com roupas que despertam a sensualidade, a vaidade, a leviandade.

Meninas, desde os três anos, já estão vestidas como se fossem moças, com roupas e maquiagens que as mães fazem questão de lhes dar.

Isso tudo fará diferença mais tarde, quando esses meninos e meninas estiverem ocupando suas posições de cidadãos na sociedade.

Então veremos o político agredindo o colega em frente às câmeras, medindo forças e perdendo a compostura.

Veremos a mulher vulgarizada, desvalorizada, exibindo o corpo para ser popular.

Lamentavelmente muitos pais ainda não acordaram para essa realidade e continuam semeando sementes de violência e vícios no reduto do lar, que deveria ser um santuário de bênçãos.

Já é hora de pensar com mais seriedade a esse respeito e tomar atitudes para mudar essa triste realidade.

É hora de compreender que se quisermos construir um mundo melhor, os alicerces dessa construção devem ter suas bases firmes no lar.

...............

Jesus, nosso Irmão Maior, trouxe-nos a receita da paz. Com Ele poderemos erguer-nos, da treva à luz.

Da ignorância à sabedoria.

Do instinto à razão.

Da força ao direito.

Do egoísmo à fraternidade.

Da tirania à compaixão.

Da violência ao entendimento.

Do ódio ao amor.

Da extorsão à justiça.

Da dureza à piedade.

Do desequilíbrio à harmonia.

Do pântano ao monte.

Do lodo à glória.


Equipe de Redação do site www.momento.com.br, com base em seminário proferido por Raul Teixeira, no VI SIMPÓSIO PARANAENSE DE ESPIRITISMO, no dia 27/05/03, e no cap. 61 do livro Pão Nosso, ed. FEB

Montagens Espetaculares...



Emmanuel conosco...

OPORTUNIDADE

"Disse-lhes, pois, Jesus: Ainda não é chegado o meu tempo, mas o vosso tempo está pronto." - (João, 7:6.)


O mau trabalhador está sempre queixoso. Quando não atribui sua falta aos instrumentos em mão, lamenta a chuva, não tolera o calor, amaldiçoa a geada e o vento.

Esse é um cego de aproveitamento difícil, porquanto somente enxerga o lado arestoso das situações.

O bom trabalhador, no entanto, compreende, antes de tudo, o sentido profundo da oportunidade que recebeu. Valoriza todos os elementos colocados em seus caminhos, como respeita as possibilidades alheias. Não depende das estações. Planta com o mesmo entusiasmo as frutas do frio e do calor. É amigo da Natureza, aproveita-lhe as lições, tem bom ânimo, encontra na aspereza da semeadura e no júbilo da colheita igual contentamento.

Nesse sentido, a lição do Mestre reveste-se de maravilhosa significação. No torvelinho das incompreensões do mundo, não devemos aguardar o reino do Cristo como realização imediata, mas a oportunidade dos homens é permanente para a colaboração perfeita no Evangelho, a fim de edificá-lo.

Os cegos de espírito continuarão queixosos; no entanto, os que acordaram para Jesus sabem que sua época de trabalho redentor está pronta, não passou, nem está por vir. É o dia de hoje, é o ensejo bendito de servir, em nome do Senhor, aqui e agora...

Emmanuel - Do livro "Caminho, Verdade e Vida",
psicografia de Francisco Cândido Xavier

Jesus é Deus???


Esta é uma das perguntas que, ao longo da história, têm trazido muita discórdia e discussão entre vários povos e crenças.

O Espiritismo nos esclarece que Jesus é o “mais perfeito modelo e guia” que Deus entregou a humanidade; Espírito puro desde antes da criação da terra; Arquiteto e Governador de nosso planeta. Mas, que mesmo com todos estes atributos, ainda é filho de Deus e, por consequência, nosso irmão maior, enviado a nós para nos mostrar o caminho para a evolução moral.

Muito embora cada um de nós possa ter uma visão única e diferente de Jesus, o entendimento que possuímos de Deus sempre vai ser único e invariável: Nosso Pai criador e amoroso, Incriado, Eterno, Imutável,Justo e Bom.

A idéia errônea que Jesus é Deus talvez venha de uma ÚNICA afirmação na bíblia - João, 10:30, onde o Mestre afirma “ Eu e o Pai somos um”. Porém, se olharmos a precariedade da língua hebraica e as traduções para o Grego e Latim, teremos, após um estudo mais coerente, a tradução “eu e o pai somos UNO” - onde UNO assume o significado de sintonizados, unidos ou harmonizados. E não a significação que Jesus e Deus são a mesma pessoa.

Lembremos que em TODOS os outros momentos nos evangelhos Jesus sempre utiliza as palavras “meu pai”, “nosso pai”, “o que me enviou”. E apenas para dar alguns exemplos tomemos no mesmo evangelho: João 14:28, João 5:30, João 12:49-50, João, 8:28-29 e João 20:17.

A Idéia da divindade de Jesus remonta ao Concílio de Nicéia, no ano 325 d.C.; Onde por apenas um voto de diferença o então Imperador Constantino forçou a Igreja Cristã a assumir esta afirmação, por motivos puramente políticos e de manobra das massas. Sacrificando a liberdade de pensamento, ameaçando com a excomunhão e até a morte os que não concordassem com ele, Perpetuando através dos séculos uma afirmação ilógica, que na verdade é um engodo milenar.

A Doutrina Espírita, eliminando a Fé cega e trazendo para nós a FÉ RACIOCINADA, que busca o real sentido e significado de nossa crença, nos instrui a aprendermos cada vez mais, seguindo a orientação dada pelo Espírito Verdade: “Espíritas amaivos... Espíritas instruívos!”

Muita Paz

Sabedoria em gotas...

CAPÍTULO 152


PARA você subir na vida, dois degraus existem de suma importância.

São representados por dois verbos: AMAR e SERVIR.

Jamais desanime na escalada dos valores da alma, e procure em todas as circunstâncias AMAR e SERVIR a todos e a tudo, para ajudar ao máximo o progresso do planeta que o recebe tão generosamente, auxiliando-lhe a evolução.

PASTORINO, C. Torres. Minutos de Sabedoria. 39. ed. Petrópolis,RJ: Vozes. 2000.

Amor Fraterno...



Sabedoria em gotas...

"LEVANTE todos aqueles que estiverem caídos em seu redor.
Você não sabe onde seus pés tropeçarão".


Estas palavras de André Luis nos alertam quanto ao dever de ajudar a todos os que caem, não só física, como moralmente.

Não critique quem cair.

Ajude-o a erguer-se, tal como você gostaria que fizessem você, se estivesse no mesmo caso.

PASTORINO, C. Torres. Minutos de Sabedoria. 39. ed. Petrópolis,RJ: Vozes. 2000.

Dia do Idoso 2...

Queridos amigos,

Ótimo início de semana para vocês. Ontem foi um dia muito alegre e especial, pois levamos as crianças da evangelização Infantil para visitar os idosos do abrigo, em comemoração à semana do idoso, e também levamos um lanchinho, algumas lembrancinhas e muito carinho para eles.



Foi tudo muito bonito. As crianças cantaram uma música para os vovôs e vovós e depois entregaram a cada um uma pequeno presente, com direito a muito abraço, cheiro e afeto.

Agradecemos imensamente o apoio de todos que colaboraram com mais este ato e partilha e união, como também aos que participaram conosco desta visita fraterna, que muito alegrou os queridos idosos.

Muita Paz

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