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O futuro está em nossas mãos

Projeto Rede de Preces...


Queridos amigos, transcrevo abaixo o post publicado no Blog do Ylen que nos convida a unirmos nossos esforços em uma rede de preces pelos necessitados. Achei a idéia espetacular, pois, com certeza, todos podemos doar parte de nosso dia para agir mentalmente em benefício de outros irmãos. Unamo-nos pois e a este projeto.

Parabéns pela iniciativa Ylen!

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Amigos,

este post lança as bases da criação de um projeto que acalento há muitos anos: A criação de uma Rede de Preces.

Para materializar esse projeto, precisamos discutir os vários pontos que o envolve, e eles são muitos. Portanto, procurarei ser o mais sucinto possível em sua apresentação, buscando estruturá-lo por tópicos, o que deve facilitar as discussões.

1 - Definição
Uma rede de voluntários, interligados física ou virtualmente, que assumem o compromisso de orar em favor de pessoas encarnadas e desencarnadas.

2 - Voluntários
Pessoas que têm consciência do poder da prece, preferencialmente (mas não obrigatório) espíritas, e que assumem o compromisso de orar pelo próximo, durante um prazo determinado.

3 - Pessoas Necessitadas de Preces
Pessoas encarnadas ou desencarnadas, que estão passando por dificuldades espirituais.

4 - Como essas pessoas necessitadas serão ‘cadastradas’?
a) Voluntariamente - Criamos um blog (um site), onde as pessoas poderão solicitar ajuda espiritual. Esse pedido de ajuda pode ser para ele mesmo ou para alguém que ele conheça.
b) Através de indicação de terceiros - Os voluntários que receberem pedidos de ajuda, encaminharão os pedidos para a Rede de Preces.

4 - Como funcionará a organização da Rede?
A Rede de Preces contará com Administradores, que serão responsáveis por centralizar o recebimento dos pedidos de preces e distribuí-las entre os voluntários, selecionando quais voluntários devem orar por quais pessoas.

A Rede de Preces terá dois pontos de acesso na Internet:
i) O primeiro é o blog, que está no endereço: http://preces.espirito.blog.br .
O objetivo do blog é permitir que as pessoas conheçam a Rede de Preces e possam cadastrar-se para participar, seja como voluntário, seja como solicitante de preces.
O blog, portanto, será aberto, de livre acesso a qualquer um que estaja na Internet.

ii) O segundo ponto de acesso só será acessível aos voluntários.
Portanto, para participar como voluntário da Rede de Preces, o candidato receberá um um e-mail para cadastrar-se na rede social espiritismo.ning.com.
Uma vez cadastrado na Rede, ele será inscrito no Grupo da Rede de Preces.
Dessa forma, podemos enviar mensagens apenas entre pessoas do grupo e não será visível nossas ações para pessoas externas a ele.

5 - Por quanto tempo a Rede de Preces irá orar por determinada pessoa
Pelo período de 60 dias. Preferencialmente, todos os dias.

6 - Os dados da pessoa necessitada serão expostos na Internet?
Não. Em nenhuma hipótese. Todas as informações serão compartilhadas apenas pelos voluntários da Rede de Preces.

7 - Como saberemos se a pessoa foi beneficiada?
Isso não é o mais importante. Caso tenhamos notícias do caso, ótimo. Do contrário, continuamos nosso trabalho do mesmo jeito.

Todos, absolutamente todos os pontos acima carecem de críticas, sugestões e comentários.

Por gentileza, dê a sua opinião, comente o que quiser e nos ajude amontar esse projeto.


Prêmio ao sacrifício...


PRÊMIO AO SACRIFÍCIO

Três irmãos dedicados a Jesus leram no Evangelho que cada homem receberá sempre, de acordo com as próprias obras, e prometeram cumprir as lições do Mestre.


O primeiro colocou-se na indústria do fio de algodão e, de tal modo se aplicou ao serviço que, em breve, passou à condição de interessado nos lucros administrativos. Dentro de vinte e cinco anos, era o chefe da organização e adquiriu títulos de verdadeiro benfeitor do povo. Ganhava dinheiro com imensa facilidade e socorria infortunados e sofredores. Dividia o trabalho eqüitativamente e distribuía os lucros com justiça e bondade.

O segundo estudou muito tempo e tornou-se juiz famoso. Embora gozasse do respeito e da estima dos contemporâneos, jamais olvidou os compromissos que assumira à frente do Evangelho. Defendeu os humildes, auxiliou os pobres e libertou muitos prisioneiros perseguidos pela maldade. De juiz tornou-se legislador e cooperou na confecção de leis benéficas e edificantes. Viveu sempre honrado, rico, feliz, correto e digno.

O terceiro, porém, era paralítico. Não podia usar a inteligência com facilidade. Não poderia comandar uma fábrica, nem dominar um tribunal. Tinha as pernas mirradas. O leito era a sua residência. Lembrou, contudo, que poderia fazer um serviço de oração e começou a tarefa pela humilde mulher que lhe fazia a limpeza doméstica.

Viu-a triste e lacrimosa e procurou conhecer-lhes as mágoas com discrição e fraternidade. Confortou-a com ternura de irmão. Convidou-a a orar e pediu para ela as bênçãos divinas.

Bastou isto e, em breve, trazidos pela servidora reconhecida, outros sofredores vinham rogar-lhe o concurso da prece. O aposento singelo encheu-se de necessitados. Orava em companhia de todos, oferecia-lhes o sorriso de confiança na bondade celeste. Comentava os benefícios da dor, expunha suas esperanças no Reino Divino. Dava de si mesmo, gastando emoções e energias no santo serviço do bem. Escrevia cartas inúmeras, consolando viúvas e órfãos, doentes e infortunadas, insuflando-lhes paz e coragem. Comia pouco e repousava menos. Tanto sofreu com as dores alheias que chegou a esquecer-se de si mesmo e tanto trabalhou que perdeu o dom da vista. Cego, contudo, não ficou sozinho. Prosseguiu colaborando com os sofredores, através da oração, ajudando-os, cada vez mais.

Morreram os três irmãos, em idade avançada, com pequenas diferenças de tempo.

Quando se reuniram, na vida espiritual, veio um Anjo examinar-lhes as obras com uma balança.

O industrial e o juiz traziam grande bagagem, que se constituía de várias bolsas, recheadas com o dinheiro e com as sentenças que haviam distribuído em benefício de muitos. O servidor da prece trazia apenas pequeno livro, onde costumava escrever suas rogativas.

O primeiro foi abençoado pelo conforto que espalhou com os necessitados e o segundo foi também louvado pela justiça que semeara sabiamente. Quando o Anjo, porém, abriu o livro do ex-paralítico, dele saiu uma grande luz, que tudo envolveu numa coroa resplandecente. A balança foi incapaz de medir-lhe a grandeza.


Então, o Mensageiro falou-lhe feliz:

- Teus irmãos são benditos na Casa do Pai pelos recursos que distribuíram, em favor do próximo, mas, em verdade, não é muito difícil ajudar com o dinheiro e com a fama que se multiplicam facilmente no mundo. Sê, porém, bem-aventurado, porque deste de ti mesmo, no amor santificante. Gastaste as mãos, os olhos, o coração, as forças, os sentimentos e o tempo a benefício dos semelhantes e a Lei do Sacrifício determina que a tua moradia seja mais alta. Não transmitiste apenas os bens da vida: irradiaste os dons de Deus.

E o servidor humilde do povo foi conduzido a um céu mais elevado, de onde passou a exercer autoridade sobre muita gente.


Francisco Cândido Xavier, Da obra: Alvorada Cristã.
Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.

PERDOAR SEMPRE...


Um dia Paulinho voltou da escola muito bravo, fazendo o maior barulho pela casa. Seu pai, percebeu a irritação e chamou-o para uma conversa. Meio desconfiado e sem dar muito tempo ao pai, Paulinho falou irritado:

— Olha, pai, eu estou com uma tremenda raiva do Pedrinho. Ele fez algo que não deveria ter feito. Espero que ele leve a pior. O Pedrinho me humilhou na frente de todo mundo. Não quero mais vê-lo. E espero que ele adoeça e não possa mais ir à escola.

Para surpresa de Paulinho, seu pai nada disse. Apenas foi até a garagem e pegou um saco de carvão e dirigiu-se para o fundo do quintal e lhe sugeriu:

— Filho, está vendo aquela camiseta branca no varal? Vamos fazer de conta que ela é o Pedrinho. E que cada pedaço de carvão é um pensamento seu em relação a ele. Descarregue toda a sua raiva nele, atirando o carvão do saco na camiseta, até não sobrar mais nada. Daqui a pouco eu volto, para ver se você gostou, certo?

O filho achou deliciosa a brincadeira proposta pelo pai e começou. Como era pequeno e estava um pouco longe, mal conseguia acertar o alvo. Após uma hora, ele já estava exausto, mas a tarefa estava cumprida. O pai, que o observava de longe, aproximou-se e perguntou:

— Filho, como está se sentindo agora?

— Isso me deu a maior canseira, mas olhe, consegui acertar muitos pedaços na camiseta — disse Paulinho, orgulhoso de si.

O pai olhou para o filho, que até então não havia entendido a razão daquela brincadeira, e disse carinhosamente:

— Venha comigo até o quarto, pois quero lhe mostrar uma coisa.

Ao chegar no quarto, colocou o filho diante de um grande espelho, que ficou sem entender nada. Quando olhou para sua imagem, ficou assustado ao ver que estava todo sujo de fuligem. Tão imundo que só conseguia enxergar seus dentes e os pequenos olhos. O pai então lhe explicou:


— Veja como você ficou. A camiseta que você tentou sujar está mais limpa que você. Assim é a vida. O mal que desejamos aos outros retorna para nós próprios. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a mancha, os resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.

(autor desconhecido)

Para onde vamos durante o sono...



Era manhã de sol nas proximidades do mar.

A esposa despertara ansiosa por narrar ao marido a experiência que tivera na noite anterior.

Estavam fisicamente separados por cerca de 5 dias, em cidades diferentes, e a saudade já batia forte.

Há mais de trinta anos dividiam a mesma cama, a mesma vida, e qualquer rápida separação já era sentida por ambos.

Tomando do telefone, então, ela lhe conta, que na noite anterior tivera uma sensação muito especial.

Deitada na cama, nos primeiros instantes do sono, sentira o perfume dele, como se ele tivesse acabado de sair do banho, e se colocado ao seu lado, como sempre o fazia em casa.

Além do aroma agradável, percebeu uma presença muito forte, como se ele realmente estivesse ali.

Virou-se rapidamente, mas não havia ninguém.

O marido, do outro lado da linha, ouvia tudo também emocionado.

Quando ela terminou a narração, foi a vez dele dizer:

Pois também vivi uma experiência singular nesta noite.

Na madrugada, acordei com a certeza de que você estava dormindo ao meu lado. Tinha certeza que você estava ali. Mas quando olhei para o seu lugar na cama, nada vi.

Terminam os dois a conversa, surpresos, dizendo:

É... acho que nos encontramos esta noite!

Muitos de nós temos histórias muito peculiares sobre o período do sono.

Aqueles que conseguem lembrar mais claramente dos sonhos trazem experiências muito ricas, por vezes, e que merecem nossa análise.

Para onde vamos durante o sono? Todas essas lembranças serão apenas produto do cérebro?

O Espiritismo vem nos elucidar, afirmando que durante o período do sono, a alma se emancipa, isto é, se afasta do corpo temporariamente.

Desta forma, o que conhecemos como sonhos são as lembranças do que o Espírito viu e vivenciou durante esse tempo.

Quando os olhos se fecham, com a visitação do sono, o nosso Espírito parte em disparada, por influxo magnético, para os locais de sua preferência.

Através da atração produzida pela afinidade, procuramos muitas vezes aqueles que nos são caros, amigos, parceiros e amores.

Por isso é que aqueles que muito se amam na Terra, podem se encontrar no espaço, e continuarem juntos.

É assim que encontramos Espíritos amados, que já não se encontram conosco fisicamente, e partilhamos com eles momentos inesquecíveis.

Por vezes lembramos, por outras tantas não, mas sempre conservamos no íntimo bons sentimentos, ou a sensação de ter vivido experiência agradável.

O Espírito sopra onde quer, e mesmo durante nosso aparente repouso, perceberemos que ele está em atividade, sempre.

* * *

Podemos nos preparar melhor para conseguirmos ter bons sonhos.

Obviamente que os acontecimentos do dia, e nosso estado emocional irão influenciar nossas experiências oníricas, mas podemos tomar alguns cuidados a mais para aproveitar melhor este período:

uma leitura salutar,

a oração sincera,

uma música suave que nos acalme,

alguns momentos de meditação.

Todos estes ingredientes colaboram para que as últimas impressões do dia sejam positivas, e sejam levadas conosco, favorecendo a emancipação da alma.
Assim, tenha bons sonhos...


Redação do Momento Espírita com base no cap. 17, do livro Estudando a mediunidade, de Martins Peralva, ed. Feb.
Em 17.3.2008.


Resgates e reencarnação...


Conheça a menor menina do mundo


Kenadie Jourdin-Bromley nasceu em 13 de fevereiro de 2003. No momento do seu nascimento, ela pesava pouco menos de 1 kg e os médicos não tinham esperanças de que ela sobreviveria. Mas ela sobreviveu. No começo os especialistas não sabiam diagnosticar qual era a sua doença, mas aos 8 meses seus pais descobriram que ela sofria de "Primordial Dwarfism", uma espécie rara de mutação que atinge menos de 100 pessoas em todo o mundo. Pessoas com essa mutação não atingem mais do que 75 cm de altura e tem um peso por volta de 3 kg.


Hoje Kenadie tem 4 anos. Segundo os pais, Kenadie não sofre muito por causa da doença e os obstáculos são superados diariamente. Nos Estados Unidos , a pequena já é conhecida como "O Pequeno Anjo" e é muito requisitada pelos mais famosos fotógrafos.


Segundo os pais, o único problema enfrentado pela família é financeiro. Levando em conta que a criança não vai crescer muito, os pais deverão gastar dinheiro com móveis especiais, roupas, e reconstruir praticamente toda a casa. Mas, mesmo com esses problemas, eles conseguem ser uma família feliz.

Visite o site oficial de Kenadie Jourdin-Bromley.

Fonte:http://minhanoticia.ig.com.br/materias/477001-477500/477371/477371_1.html


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O Interessante e mais animador é ver como a vida da pequenina é cercada de carinho, amor e normalidade, excluindo totalmente o famoso preconceito com os diferentes.

Muita Paz

Bem sofrer e Mal sofrer


Quando o Cristo disse: "Bem-aventurados os aflitos, o reino dos céus lhes pertence", não se referia de modo geral aos que sofrem, visto que sofrem todos os que se encontram na Terra, quer ocupem tronos, quer jazam sobre a palha. Mas, ah! poucos sofrem bem; poucos compreendem que somente as provas bem suportadas podem conduzi-los ao reino de Deus. O desânimo é uma falta. Deus vos recusa consolações, desde que vos falte coragem. A prece é um apoio para a alma; contudo, não basta: é preciso tenha por base uma fé viva na bondade de Deus. Ele já muitas vezes vos disse que não coloca fardos pesados em ombros fracos. O fardo é proporcionado às forças, como a recompensa o será à resignação e à coragem. Mais opulenta será a recompensa, do que penosa a aflição. Cumpre, porém, merecê-la, e é para isso que a vida se apresenta cheia de tribulações.

O militar que não é mandado para as linhas de fogo fica descontente, porque o repouso no campo nenhuma ascensão de posto lhe faculta. Sede, pois, como o militar e não desejeis um repouso em que o vosso corpo se enervaria e se entorpeceria a vossa alma. Alegrai-vos, quando Deus vos enviar para a luta. Não consiste esta no fogo da batalha, mas nos amargores da vida, onde, às vezes, de mais coragem se há mister do que num combate sangrento, porquanto não é raro que aquele que se mantém firme em presença do inimigo fraqueje nas tenazes de uma pena moral. Nenhuma recompensa obtém o homem por essa espécie de coragem; mas, Deus lhe reserva palmas de vitória e uma situação gloriosa. Quando vos advenha uma causa de sofrimento ou de contrariedade, sobreponde-vos a ela, e, quando houverdes conseguido dominar os ímpetos da impaciência, da cólera, ou do desespero, dizei, de vós para convosco, cheio de justa satisfação: "Fui o mais forte."

Bem-aventurados os aflitos pode então traduzir-se assim: Bem-aventurados os que têm ocasião de provar sua fé, sua firmeza, sua perseverança e sua submissão à vontade de Deus, porque terão centuplicada a alegria que lhes falta na Terra, porque depois do labor virá o repouso.

Lacordaire. (Havre, 1863.)
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo 5, Ponto 18.

QUEM LHE FAZ FELIZ?



Durante um seminário para casais, perguntaram à esposa:
- seu marido lhe faz feliz? - ele lhe faz feliz de verdade?

Neste momento, o marido levantou seu pescoço, demonstrando
segurança. Ele sabia que sua esposa diria que sim, pois ela
jamais havia reclamado. Todavia, sua esposa respondeu com um
"Não", bem Redondo.

- Não, meu marido não me faz feliz.
Neste momento, o marido já procurava a
porta de saída mais próxima.
- Ele não me "faz" feliz...
Eu sou feliz.
O fato de eu ser feliz ou não, não depende dele e sim de mim.
E continuou dizendo:

- Eu sou a única pessoa da qual depende a minha felicidade.
Eu determino ser feliz em cada situação e em cada momento
da minha vida; pois se a minha felicidade dependesse de
alguma pessoa, coisa ou circunstância sobre a face da terra,
eu estaria com sérios problemas. Tudo o que existe nesta
Vida muda freqüentemente...
O ser humano, as riquezas, meu corpo, clima, meu chefe,
os prazeres, etc. E assim poderia citar uma lista interminável.
Às demais coisas eu chamo "experiências"; esqueço-me das
experiências passageiras e vivo as que são eternas; amar,
perdoar, ajudar, compreender, aceitar, consolar.
Lembro-me de viver de modo eterno.
Talvez seja por isso que quando alguém me faz perguntas
como esta
"Você é feliz no seu casamento?" ou "Você é feliz?",
gosto de responder com apenas uma frase, como se esta
fosse a conclusão de todo o seminário, como se esta fosse
a chave de toda a felicidade, de todo matrimônio e de toda
vida humana; gosto de responder com aquela velha e
famosa frase que ainda não conseguimos compreender:
"A felicidade está centrada em mim".

Há pessoas que dizem:
-"Hoje não posso ser feliz porque estou doente porque não
tenho dinheiro, porque faz muito calor,porque alguém me
insultou, porque alguém deixou de me amar, porque
alguém não soube me dar valor."

SEJA FELIZ mesmo que faça calor, mesmo que esteja
doente, mesmo que alguém não lhe ame ou não lhe dê o
devido valor. Afinal...

..."Nascer é uma possibilidade.
Viver é um risco.
Envelhecer é um privilégio.
Transformar depende da vontade.
Realizar é nossa responsabilidade ."

(autor desconhecido)

Palavras de Joanna de Ângelis...



O Espiritismo é Jesus de volta!

Deixem-no impregnar o âmago dos seus sentimentos.

Abramos espaço para que Ele tome conta de nós e um dia possamos dizer:

Senhor, já não sou eu quem vive, és Tu, que vives dentro de mim.

É verdade! O mundo está muito agressivo.

As dificuldades e os desafios estiolam os nossos sentimentos.

Momentos há que nós estamos tão aturdidos, tão exauridos, que não temos para onde fugir. A única alternativa é Jesus.

Buscá-Lo nos momentos de dificuldades é a solução para os problemas gravíssimos do nosso comportamento.

Aceitar, com resignação dinâmica, as dores, as vicissitudes, é a proposta que Ele nos faz, porque fora disso não há salvação.

Meus irmãos espíritas e não espíritas! Amemos juntos.

Sejamos aqueles que disputamos a honra de servir.

Que tenhamos a glória de ajudar.

No tumulto, sejamos a paz.

Na ira, a tranqüilidade.

Na agressão, a concórdia.

Jesus confia em nós.

Jesus precisa de nós, tanto quanto necessitamos dEle.

Nós falamos-Dele através da oração e Ele responde-nos por intermédio da inspiração.

Ele socorre a criatura humana através de outra criatura humana.

Que sejamos aquele a quem Ele elege para o socorro.

Digamos ao mundo que vale a pena amar, e demonstremos ao mundo que amando somos infinitamente felizes.

Mantenham-se em paz! Essa paz que somente Ele pode dar.

A única paz que vem de dentro para fora e inunda a vida de realizações plenificadoras.

Vão em paz, semeadores do futuro, construindo a era do Espírito imortal.

Que o Senhor nos abençoe e fique conosco.

São os nossos votos de companheiros espíritas, que ultrapassamos a tumba e continuamos a viver.

Muita paz!


pelo Espírito Joanna de Ângelis - Mensagem psicofônica recebida por Divaldo Franco, por ocasião do encerramento do seu seminário, em 25/03/2000 - Mundo Espírita – Abril de 2000.



Mensagens em Imagens...


O Passe

Presença de André Luiz...


DRÁGEAS DE SAÚDE

Obstáculos? Trabalhe sempre.

Problemas? Ação discreta.

Provações? Aceite-as.

Ofensas? Perdoe.

Tribulações? Paciência.

Mágoas? Esqueça.

Discórdias? Pacifique.

Males? Persevere no bem.

Incompreensões? Entendamos.

Fracasso? Recomece.

Conflitos no lar? Tolerância.

Solidão? Ampare alguém.

Dificuldades? Siga adiante.

Maledicência? Silêncio.

Perturbações? Mais calma.

Cansaço? Renove-se.

Perigo iminente? Oração.

Reclamações? Servir mais.

Adversários? Respeite-os.

Tempestades na vida? Confie em Deus.


pelo Espírito André Luiz - Médium: Francisco Cândido Xavier
Livro: " Buscas e Acharás" - EDIÇÃO IDEAL.

Emmanuel conosco...


SEXO

"Eu sei, e estou certo no Senhor Jesus, que nenhuma coisa é de si mesma imunda a não ser para aquele que a tem por imunda." - Paulo. (ROMANOS, 14:14)



Quando Paulo de Tarso escreveu esta observação aos romanos, referia-se à alimentação que, na época, representava objeto de áridas discussões entre gentios e judeus.

Nos dias que passam, o ato de comer já não desperta polêmicas perigosas, entretanto, podemos tomar o versículo e projetá-lo noutros setores de falsa opinião.

Vejamos o sexo, por exemplo. Nenhum departamento da atividade terrestre sofre maiores aleives. Fundamente cego de espírito, o homem, de maneira geral, ainda não consegue descobrir aí um dos motivos mais sublimes de sua existência. Realizações das mais belas, na luta planetária, quais sejam as da aproximação das almas na paternidade e na maternidade, a criação e a reprodução das formas, a extensão da vida e preciosos estímulos ao trabalho e à regeneração foram proporcionadas pelo Senhor às criaturas, por intermédio das emoções sexuais; todavia, os homens menoscabam o "lugar santo", povoando-lhe os altares com os fantasmas do desregramento.

O sexo fez o lar e criou o nome de mãe, contudo, o egoísmo deu-lhes em troca absurdas experimentações de animalidade, organizando para si mesmo provações cruéis.

O Pai ofereceu o santuário aos filhos, mas a incompreensão se constituiu em ofertas deles. É por isto que romances dolorosos e aflitivos se estendem, através de todos os continentes da Terra.

Ainda assim, mergulhado em deploráveis desvios, pergunta o homem pela educação sexual, exigindo-lhe os programas. Sim, semelhantes programas poderão ser úteis; todavia, apenas quando espalhar-se a santa noção da divindade do poder criador, porque, enquanto houver imundice de quem analise ou de quem ensine, os métodos não passarão de coisas igualmente imundas.


pelo Espírito Emmanuel - do livro Pão Nosso
Psicografia: Francisco Cândido Xavier – Ed.: FEB


Um toque de Alteridade...


O anjo de Karen

A adolescente aguardou o final da aula e se dirigiu ao professor. Confiava nele e, por isso, desejava lhe contar a tormenta que estava vivenciando.

Estava prestes a sair de casa, embora não soubesse para onde ir. Mas, não agüentava mais a situação.

Sua mãe se prostituíra e, todos os dias, homens diferentes adentravam o que deveria ser o seu lar.

Era uma vergonha! - dizia Karen. Tenho vergonha de minha mãe. Não nos falamos há muito.

O professor, experimentado nas questões do mundo, ouviu com atenção e sugeriu que ela conversasse com sua mãe.

Alguma vez perguntara a ela o que estava acontecendo? Por que se permitia tal comportamento?

Mãe e filha eram como duas estranhas vivendo sob o mesmo teto. Quando uma entrava, a outra saía.

O tempo passou. Aquele ano se findou e meses depois, a jovem procurou o professor, outra vez.

Estava diferente. O rosto irradiava felicidade. Ela falara com sua mãe. Um longo e doloroso diálogo.

Contudo, se dera conta que sua mãe sofria de uma grave carência afetiva.

A mãe falara de sua viuvez muito jovem, uma filha para criar, a rebeldia de Karen, a soma das dificuldades.

E, por fim, do equivocado caminho pelo qual optara.

Mais um tempo passado e Karen veio dizer ao professor que ela e sua mãe tinham transferido residência.

Que se haviam tornado amigas. Que agora costumavam fazer tudo juntas. Que a mãe deixara a vida equivocada e se dedicava, com exclusividade a ela.

Saíam, conversavam, faziam compras, trocavam idéias. Como era boa aquela mãe - descobrira a jovem.

Karen estava muito agradecida ao professor por ter sugerido que ela conversasse com sua mãe, que se aproximasse dela.

Hoje, passados alguns poucos anos, Karen está casada e tem um filhinho.

O genro encontrou na sogra uma pessoa especial, dedicada, carinhosa.

Agora, quando o casal deseja viajar, ou necessita estender-se em horas a mais no trabalho, é a mãe dedicada que fica com o netinho.

Vovó, mamãe! – essas são as palavras mágicas que alimentam o coração da mãe de Karen.

Em verdade, o anjo de Karen. O anjo de sua vida, que vela todos os dias por ela, pelo genro a quem acolheu como filho e ao netinho.


O diálogo franco, honesto ainda faz muita falta. No lar, as pessoas se isolam, magoadas umas com as outras, por palavras ditas ou não ditas, por atitudes impensadas.

Tudo se tornaria bem mais fácil se as pessoas aprendessem a conversar, a perguntar porquês, a indagar de razões.

Se, em vez de se falar às ocultas, criar desconfianças, gerar desencontros, aprendêssemos sempre a conversar, olhando nos olhos uns dos outros, a vida se tornaria mais fácil de ser vivida.

Pois o que complica a vida é cada qual ficar em seu canto, imaginando que não é amado, querido, desejado.

Quando seria tão simples perguntar: Por que você está agindo desta forma?

Por que tomou aquela atitude? Por que não fez o que lhe pedi? Por que esqueceu do nosso aniversário?

Pense nisso e adote, em sua vida, a atitude de nunca deixar para depois o elucidar qualquer questão.

Converse mais, participe das questões familiares, seja amigo dos seus amores.

Descubra, enfim, a riqueza de cada um e enriqueça-se interiormente, tornando a sua vida plena de amor, de atitudes de afeto e bem-querer.

Experimente!



Redação do Momento Espírita com base em fato real.

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Família Feliz

Perguntas dos amigos...


Uma querida pessoa muito importante para mim me enviou o questionamento abaixo, o qual achei interessante dividir com todos os amigos:

"...Voce colocou no blog a reportagem sobre o preto velho, fiquei surpresa, mas achei que voce gostaria. Obrigada pelo lindo presente - o preto velho que colocaste (a fotografia) é o mesmo que eu pintei, lembra? eu salvei a imagem, adorei."

Que bom que gostou do preto, eu acho ele uma das suas pinturas mais belas. Gosto muito.
E quanto a ficar surpresa não entendí o porque... Os bons pretos velhos, entidades que trabalham em casas espiritualistas sérias, que não prejudicam a ninguém e fazem sempre o bem, são, em sua maioria, espíritos milenares e de várias encarnações no trabalho do bem.
Muitos deles já foram druidas, sacerdotes egípcios, shamans, padres, ou similares. Em suas viagens pela eternidade foram juntando experiencia e bagagem espiritual para a prática do "bom combate".
Se se apresentam com pretos velhos é porque acreditam que nesta "roupa" tem muito a contribuir com os médiuns e encarnados que entram em contato com eles; talvez porque seja uma roupagem humilde e sábia, ou porque tenham passado por fatos que marcaram suas vidas naquela encarnação, quem sabe?
O que é importante, e que ficou muito bem mostrado na mensagem depois que ele assumiu uma postura mais culta, é que eles tem uma sabedoria e uma preocupação doutrinária coerente com a Lei Divina, independente de que doutrina estejam auxiliando.
No final todos trabalhamos pelo Bem. (puxa, falei bonito)

Lições de Preto Velho...


Cenário: reunião mediúnica num Centro Espírita. A reunião na sua fase teórica desenrola-se sob a explanação do Evangelho Segundo o Espiritismo. Os membros da seleta assistência ouvem a lição atentamente. Sobre a mesa, a água a ser fluidificada e o Evangelho aberto na lição nona do capítulo dez: "O Argueiro e a trave no olho".

Dr. Anestor, o dirigente dos trabalhos, tecia as últimas considerações a respeito da lição daquela noite. O ambiente estava impregnado das fortes impressões deixadas pelas palavras do Mestre:

"Por que vês tu o argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu?". Findos os esclarecimentos, apagaram-se as luzes principais, para que se desse abertura à comunicação dos Espíritos.

Um dos presentes fez a prece e deu-se início às manifestações mediúnicas. Pequenas mensagens, de consolo e de apoio, foram dadas aos presentes. Quando se abriu o espaço destinado à comunicação das entidades não habituais e para os Espíritos necessitados, ocorreu o inesperado: a médium Letícia, moça de educação esmerada, traços delicados, de quase trinta anos de idade, dez dos quais dedicados à educação da mediunidade, sentiu profundo arrepio percorrendo-lhe o corpo. Nunca, nas suas experiências de intercâmbio, tinha sentido coisa parecida. Tomada por uma sacudidela incontrolável, suspirou profundamente e, de forma instantânea, foi "dominada" por um Espírito. Letícia nunca tinha visto tal coisa: estava consciente, mas seus pensamentos mantinham-se sob o controle da entidade, que tinha completo domínio da sua psiquê.

O dirigente, como sempre fez nos seus vinte e tantos anos de prática espírita, deu-lhe as boas vindas, em nome de Jesus:

- Seja bem vindo, irmão, nesta Casa de Caridade, disse-lhe Dr. Anestor.


O Espírito respondeu:
"Zi-boa noite, zi-fio. Suncê me dá licença pra eu me aproximá de seus trabaios, fio?".

- Claro, meu companheiro, nosso Centro Espírita está aberto a todos os que desejam progredir, respondeu o diretor dos trabalhos.

Os presentes perceberam que a entidade comunicante era um preto-velho, Espírito que habitualmente comunica-se em terreiros de Umbanda. A entidade comunicante continuou:

"Vós mecê não tem aí uma cachaçinha pra eu bebê, Zi-Fio ?".

- Não, não temos, disse-lhe Dr. Anestor. Você precisa se libertar destes costumes que traz de terreiros, o de beber bebidas alcoólicas. O Espírito precisa evoluir, continuou o dirigente.

"Vós mecê não tem aí um pito? Tô com vontade de pitá um cigarrinho, Zi-fio".

- Ora, irmão, você deve deixar o hábito adquirido nas sessões de Umbanda, se queres progredir. Que benefícios traria isso a você?
O preto-velho respondeu:

"Zi-preto véio gostou muito de suas falas, mas suncê e mais alguns dos que aqui estão, não faz uso do cigarro lá fora, Zi-fio? Suncê mesmo, não toma suas bebidinhas nos fins de sumana? Vós mecê pode me explicá a diferença que tem o seu Espírito que bebe whisky, no fim de sumana, do meu Espírito que quer beber aqui? Ou explicá prá mim, a diferença do cigarrinho que suncê queima na rua, daquele que eu quero pitá aqui dentro?".

O dirigente não pôde explicar, mas ainda tentou arriscar:

- Ora, meu irmão, nós estamos num templo espírita e é preciso respeitar o trabalho de Jesus.

O Espírito do preto-velho retrucou, agora já não mais falando como caipira:

"Caro dirigente, na Escola Espiritual da qual faço parte, temos aprendido que o verdadeiro templo não se constitui nas quatro paredes a que chamais Centro Espírita. Para nós, estudiosos da alma, o verdadeiro templo é o templo do Espírito, e é ele que não deve ser profanado com o uso do álcool e fumo, como vem sendo feito pelos senhores. O exemplo que tens dado à sociedade, perante estranhos e mesmo seus familiares, não tem sido dos melhores. O hábito, mesmo social, de beber e fumar deve ser combatido por todos os que trabalham na Terra em nome do Cristo. A lição do próprio comportamento é que é fundamental na vida de quem quer ensinar".
Houve profundo silêncio diante de argumentos tão seguros. Pouco depois, o Espírito continuou:

"Desculpem a visita que fiz hoje e o tempo que tomei do seu trabalho. Vou-me embora para o lugar de onde vim, mas antes queria deixar a vocês um conselho: que tomassem cuidado com suas obras, pois, como diria Nosso Senhor, tem gente "coando mosquito e engolindo camelo". Cuidado, irmãos, muito cuidado. Deixo a todos um pouco da paz que vem de Deus, com meus sinceros votos de progresso a todos que militam nesta respeitável Seara".

Deu uma sacudida na médium, como nas manifestações de Umbanda, e afastou-se para o mundo invisível. O dirigente ainda quis perguntar-lhe o porquê de falar "daquela forma".

Não houve resposta. No ar ficou um profundo silêncio, uma fina sensação de paz e uma importante lição: lição para os confrades meditarem.


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