Vivendo a felicidade ...


Era um dia quente. O ônibus estava repleto de pessoas. Algumas levavam sacolas, pacotes.

Outras seguravam bebês ao colo, enquanto outras mais procuravam acalmar as crianças inquietas, que tentavam atrapalhar a tranqüilidade de passageiros sisudos.

Fazia calor. Senhoras conversavam, dizendo das dificuldades de suas vidas, os problemas com os filhos, a falta de dinheiro, o desemprego do marido.

Jovens falavam em tom animado da festa projetada para o final de semana.

Um cenário comum. Todos os dias, as cenas eram mais ou menos semelhantes.

Que se pode esperar de momentos assim, tão comuns?

Mas, enquanto o ônibus ia sacolejando ao longo da estrada, num dos bancos havia um velhinho magricela segurando, com todo cuidado, um ramo de flores.


Eram flores lindas, frescas ainda. Deviam ter sido colhidas em um jardim muito bem cuidado, no alvorecer, beijadas pelo orvalho.

Do outro lado do corredor, uma garota não desviava os olhos das flores.

Eram lindas, exuberantes.

Então, chegou a hora do homem saltar do ônibus. Ele se levantou, caminhou em direção à porta.

Quando passou pela jovem, em um rompante, lhe ofereceu as flores.

Posso ver que você adorou as flores. – ele explicou.

Acho que minha esposa iria gostar de que ficasse com elas. Vou dizer para ela que dei as flores para você.

A garota aceitou o buquê, com um sorriso tímido, e nem teve tempo de agradecer.

O homem desceu do ônibus. Então, ela o viu atravessar a rua e adentrar os portões de um pequeno cemitério.

* * *

Para os que amam, a vida não se interrompe quando o corpo do amado desce ao túmulo.

Os que amam têm certeza de que o amor não morre nunca e continuam a levar em frente as suas vidas.

Naturalmente, com uma pequena ponta de tristeza, pela ausência física do ser amado. Mas, sempre em frente.

A cada dia, oferecem àquele que se foi o melhor de si.

Lembram os dias de felicidade, os passeios, os risos, as viagens.

Oferecem flores que, necessariamente não precisam ser depositadas sobre o túmulo. Podem ser dispostas num vaso, em casa, e ofertadas.

Ou mesmo, deixadas nos ramos, colorindo o jardim, bastando que se diga:

Amor, vê como estão lindas as rosas? Continuo a cuidar delas.

Em algum momento, quando lhe for possível, quando o Senhor dos Céus lhe permitir vir me visitar, você encontrará o jardim como você gostava: cheio de flores, perfumado.

Também cuido dos gerânios. Não esqueço de aguar as samambaias.

Um dia, quando o tempo esgotar a contagem das minhas horas na Terra, espero poder ir ao seu encontro.

Até lá, receba as flores das minhas lembranças. E as do nosso jardim.

Tenho certeza de que você não se importará que eu colha vez ou outra, algumas margaridas para ofertar aos vizinhos, aos amigos.

Como eu, eles não a esquecem.

Até breve, meu amor!

* * *

Pense nisso e, mesmo que sinta o coração faltando um pedaço pela dor da separação pela morte, viva!

Viva intensamente porque quem o ama deseja que você seja feliz, hoje, amanhã e depois... Até o reencontro.

Pense nisso!


Redação do Momento Espírita, com base no conto O presente, de Bennet Cerf, do livro Histórias para aquecer o coração, edição de ouro, de Jack Canfield e Mark Victor Hansen, ed. Sextante.
Em 29.07.2008.


A Trilogia bendita...



Em tempos remotos, o Senhor vinha ao mundo freqüentes vezes entender-se com as criaturas.

Certa vez, encontrou um homem irado e mau, que outra coisa não fazia senão atormentar os semelhantes. Perseguia, feria e matava sem piedade. Quando esse espírito selvagem viu o Senhor, aproximou-se atraído pela luz dEle, a chorar de arrependimento.

O Cristo bondoso, dirigiu-lhe a palavra:

- Meu filho, por que te entregaste assim à perversidade? Não temes a justiça do Pai? Não acreditas no Celeste Poder? A vida exige fraternidade e compreensão.

O malfeitor, que se mantinha prisioneiro da ignorância, respondeu em lágrimas:

- Senhor, de hoje em diante serei um homem bom.

Alguns anos passaram e Jesus voltou ao mesmo sítio. Lembrou-se do infeliz a quem havia aconselhando e buscou-o. Depois de certa procura, foi achá-lo oculto numa choça, extremamente abatido. Interpelado quanto à causa de tão lamentável transformação, o mísero respondeu:

- Ai de mim, Senhor! Depois que passei a ser bom ninguém me respeitou! Fiz-me escárnio da rua... Tenho usado a compaixão e a generosidade, segundo me ensinaste, mas em troca recebo apenas o ridículo, a pedrada e a dilaceração...

O Mestre, porém, abençoou-o e falou:

- O teu lucro na eternidade não será pequeno com o sacrifício. Entretanto, não basta reter a bondade. É necessário saber distribuí-la. Para bem ajudar, é preciso discernir. Realmente é possível auxiliar a todos. Contudo, se a muita gente devemos ternura fraterna, a numerosos companheiros de jornada devemos esclarecimento enérgico. Estimularemos os bons a serem melhores e cooperaremos, a benefício dos maus, para que se retifiquem. Nunca observaste o pomicultor? Algumas árvores recebem irrigação e adubo; outras, no entanto, sofrerão a poda, a fim de serem convenientemente amparadas.

O Senhor retirou-se e o aprendiz retomou a luta para conquistar o conhecimento.

Peregrinou através de muitos livros, observou demoradamente os quadros da vida e recebeu a palma da ciência.

Os anos correram apressados, quando o Cristo regressou e procurou-o, novamente.

Dessa vez, encontrou-o no leito, enfermo e sem forças.

Replicando ao Divino Amigo, explicou-se:

- Ai de mim, Senhor! Fui bom e recebi injustiças, entesourei a ciência e minhas dificuldades cresceram de vulto. Aprendi a amar e desejar em sã consciência, a idealizar com o plano superior, mas vejo a ingratidão e a discórdia, a dureza e a indiferença com mais clareza. Sei aquilo que muita gente ignora e, por isto mesmo, a vida tornou-se-me um fardo insuportável...

O Mestre, porém, sorriu e considerou:

- A tua preparação para a felicidade ainda não se acha completa. Agora, é preciso ser forte. Acreditas que a árvore respeitável conseguiria viver e produzir, caso não soubesse tolerar a tempestade? A firmeza interior, diante das experiências da vida, conferir-te-à o equilíbrio indispensável. Aprende a dizer adeus a tudo o que te prejudica na caminhada em direção da luz divina e distribuirás a bondade, sem preocupações de recompensa, guardando o conhecimento sem surpresas amargas. Sê inquebrantável em tua fé e segue adiante!

O aprendiz reergue-se e nunca mais experimentou a desarmonia, compreendendo, enfim, que a bondade, o conhecimento e a fortaleza são a trilogia bendita da felicidade e da paz.


Ditado pelo Espírito Neio Lúcio.
Francisco Cândido Xavier. Do livro: Alvorada Cristã.



Na Grande Batalha...



Imaginem vocês a vida física, como sendo uma vanguarda compacta de luta, em linhas enormes de soldados que orçam por alguns bilhões de elementos individuais.


Nessa frente, o atrito é uma corrida ao prêmio que nomeamos por "evolução", "redenção" ou "sublimação".

O trabalho do espírito, sempre mais fácil de ser realizado no setor da experiência, dentro das condições de encarnado, é uma concorrência de aspecto gigantesco à conquista de valores imperecíveis para a alma eterna. E as esferas imediatas, mais próximas à mente do homem, nesse caso, representam simbolicamente a retaguarda de abastecimento e de luz.

Cada desencarnação é o regresso de um lutador, mas, qual ocorre nas batalhas, que vocês conhecem aí, o número dos desajustados e dos loucos atinge esmagadora percentagem sobre a quota reduzida dos heróis.

Habitualmente, na Terra, quem volta do combate é candidato infalível ao hospital, onde atende às mutilações e às chagas por tempo indefinido.

Quem retorna do círculo carnal igualmente traz consigo dificuldades enormes.


Quase sempre, a mente que transitou nos caminhos terrestres volta para o "nosso lado" mais ou menos presa a entes amados que permanecem a distância, a sentimentos inconfessáveis, a objetos inferiores, respirando entre desilusões intraduzíveis, desacertos numerosos, doenças convertidas em vícios do pensamento, caprichos menos construtivos, perturbações da visão interna, compromissos pesados com determinados seres, inibições que se tornaram sistemáticas, cristalizações do raciocínio que se fizeram contumazes, opiniões endurecidas no tempo, preconceitos transformados em impedimentos ao verdadeiro progresso, temores infundados, medo das renovações, dificuldades à compreensão, defeitos de observação mágoas que atormentam incessantemente e um sem número de alterações íntimas que nos dão a idéia de reencontrar nos recém-chegados da Terra verdadeira legião de "soldados enfermos" exigindo-nos amparo, carinho e medicação.

E os milhões de criaturas em semelhante estado mental reclamam providências enérgicas nos setores da assistência, da reeducação e da reencarnação como, por enquanto, não podem vocês avaliar.

Até que entesouremos em nós mesmos a "consciência sublimada", que vocês no mundo designam por "santificação", há muitas e muitas léguas que andar nos domínios do trabalho e da experiência.

Por mais sacrificial e movimentada seja a nossa vida no corpo, se realmente acordamos para a verdade, afeiçoemo-nos à posição de legionários da boa vontade, estudando e servindo, auxiliando a todos e aprimorando-nos, quanto possível, porque a armadura de carne se desintegrará e o tempo nos reconduzirá à retaguarda, onde se fixarão em nossa alma o prêmio, a perturbação ou a derrota que houvermos adquirido por nós mesmos.


pelo Espírito Néio Lúcio - Do Livro “Irmãos Unidos”, Francisco Cândido Xavier/Autores Diversos.


Violência e Paz...


Toda vez que assistimos os noticiários da TV, que lemos revistas e jornais, ficamos inquietos com a onda de violência que invade o mundo.

Por recear os violentos, deixamos de sair à rua. Pensamos que ficando em casa ficaremos livres das investidas dos maus.


Verdadeiramente, a solução é confiar em Deus e buscar manter ou conquistar a paz. Essa paz tão almejada por todos nós.

A paz, que caminha com o amor, tem a capacidade de transformar a violência em docilidade, por mais difícil que isso possa parecer.

Lembramo-nos de muitos exemplos. Do lobo que Francisco de Assis amansou. Da vitória da não-violência de Gandhi.

Tanto quanto de centenas e centenas de corações anônimos que trabalham em silêncio pela paz da Humanidade, pacificando os que se encontram mais próximos.

Essa doce e silenciosa influência bem está ilustrada num fato ocorrido durante a Guerra do Vietnã e que foi narrada por um soldado norte-americano.

Conta ele que, junto com outros companheiros, estavam escondidos numa plantação de arroz. Assim também ali se escondiam vietcongues.

E passaram a travar um acirrado tiroteio. De repente, por um estreito caminho que dividia um campo do outro, surgiu uma fila de seis monges, andando na mais perfeita paz, tranqüilos e equilibrados, seguindo bem em direção à linha de fogo.

Todos eles olhavam para a frente, de forma serena, como se não houvesse perigo algum.

Naquele momento, algo estranho aconteceu com os soldados de ambos os lados. Ninguém sentiu vontade de atirar enquanto os monges passavam.

E depois que eles saíram da linha de fogo, o calor da luta havia desaparecido. Naquele dia, ao menos, todos eles desistiram do combate.

Quando conseguirmos manter a paz inalterável, haveremos de nos sentir muito bem.

Em nosso planeta se espalhará um odor de calma, um desinteresse pelas ações violentas. Haverá uma vontade de mudar e buscar outros valores.

Em cada um haverá a recordação da inocência infantil e o amor brotará nas criaturas de forma espontânea.

Certamente, até chegarmos lá, ainda teremos que conviver com a violência.

Assim foi com Gandhi, que encontrou um jovem que lhe atirou em pleno peito, fanando-lhe a vida. Assim foi com Jesus, que sofreu a penalidade da crucificação.

Mas, da mesma forma que eles permaneceram imperturbáveis na sua paz, influenciando-nos a pensar na paz, a desejá-la e conservá-la, assim nos devemos portar.


É como se pudéssemos tornar a ouvir, repetidas vezes, a voz do Rabi Galileu a entoar o seu poema:

E eu, quando for levantado da terra, atrairei todos a mim mesmo... Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou.

Sejam os teus atos um reflexo da tua paz, que deves cultivar com os esforços de todo dia e os investimentos de toda hora.


Redação do Momento Espírita, com base em artigo da pág. 26, da Revista Presença Espírita, set/out.1997, ed. Leal.

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"Brilhai a vossa luz..."

Emmanuel conosco...


TENSÃO EMOCIONAL

Não raro, encontramos, aqui e ali, os irmãos doentes por desajustes emocionais.

Quase sempre, não caminham. Arrastam-se. Não dialogam. Cultuam a queixa e a lamentação.

E provado está que na Terra, a tensão emocional da criatura encarnada se dilata com o tempo.

Insegurança, conflito íntimo, frustração, tristeza, desânimo, cólera, inconformidade e apreensão, com outros estados negativos da alma, espancam sutilmente o corpo físico, abrindo campo a moléstia de etiologia obscura, à força de se repetirem constantemente, dilapidando o cosmo orgânico.

Se conseguires aceitar a existência de Deus e a prática salutar dessa ou daquela religião em que mais te reconfortes, preserva-te contra semelhantes desequilíbrios.

Começa, aceitando a própria vida, tal qual é, procurando melhora-la com paciência.

Aprenda a estimar os outros, como se te apresentem, sem exigir-lhes mudanças imediatas.

Dedica-te ao trabalho em que te sustentes, sem desprezar a pausa de repouso ou o entretenimento em que se te restaurem as energias.

Serve ao próximo, tanto quanto puderes.

Detém-te lado melhor das situações e das pessoas, esquecendo o que te pareça inconveniente ou desagradável.

Não carregues ressentimentos.

Cultiva a simplicidade, evitando a carga de complicações e de assuntos improdutivos que te furtem a paz.

Admite o fracasso por lição proveitosa, quando o fracasso possa surgir.

Tempera a conversão com o fermento da esperança e da alegria.

Tanto quanto possível, não te faças problema para ninguém, empenhando-te a zelar por ti mesmo.

Quando a lembrança do passado não contenha valores reais, olvida o que já se foi, usando o presente na edificação do futuro melhor.

Se o inevitável acontece, aceita corajosamente as provas em vista, na certeza de que todas as criaturas atravessam ocasiões de amarguras e lágrimas.

Oferece um sorriso de simpatia e bondade, seja a quem for.

Quanto à morte do corpo, não penses nisso, guardando a convicção de que ninguém existiu no mundo sem a necessidade de enfrenta-la.

E, trabalhando e servindo sempre, sem esperar outra recompensa que não seja a bênção da paz na consciência própria, nenhuma tensão emocional te criará desencanto ou doença, de vez que se cumpres o teu dever com sinceridade, quando te falte força Deus te sustentará e onde não possas fazer todo o bem que desejas realizar Deus fará sempre a parte mais importante.


Psicografia Chico Xavier – pelo Espírito Emmanuel - do Livro “Companheiro”.

O homem e o lobo...


Uma noite, um velho índio contou ao seu neto sobre a guerra que acontece
dentro das pessoas.Ele disse:


A batalha é entre dois 'lobos' que vivem dentro de todos nós.

Um é Mau. É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça,arrogância, pena de si
mesmo, culpa, ressentimento,inferioridade, mentiras, superioridade e ego.

O outro é Bom. É alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade,empatia,
generosidade, verdade, compaixão e fé.

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: - Qual lobo vence?
O velho índio respondeu:
Aquele que você alimenta...

ALIENAÇÃO MENTAL...



Enquanto o vício se nos reflete no corpo, os abusos da consciência se nos estampam na alma, segundo a modalidade de nossos desregramentos.

É assim que atravessam as cinzas da morte, em perigoso desequilíbrio da mente, quantos se consagram no mundo à crueldade e à injustiça, furtando a segurança e a felicidade dos outros.

Fazedores de guerra que depravaram a confiança do povo com peçonhento apetite de sangue e ouro, legisladores despóticos que perverteram a autoridade, magnatas do comércio que segregaram o pão, agravando a penúria do próximo, profissionais do direito que buscaram torturar a verdade em proveito do crime, expoentes da usura que trancafiaram a riqueza coletiva necessária ao progresso, artistas que venderam a sensibilidade e a cultura, degradando os sentimentos da multidão, e homens e mulheres que trocaram o templo do lar pelas aventuras da deserção, acabando no suicídio ou na delinqüência, encarceram-se nos vórtices da loucura, penetrando, depois, na vida espiritual como fantasmas de arrependimento e remorso, arrastando consigo as telas horripilantes da culpa em que se lhes agregam os pensamentos.

E a única terapêutica de semelhantes doentes é a volta aos berços de sombra em que, através da reencarnação redentora, ressurgem no vaso físico – cela preciosa de tratamento –, na condição de crianças-problema em dolorosas perturbações.


Todos vós, desse modo, que recebestes no lar anjos tristes, no eclipse da razão, conchegai-os com paciência e ternura, porquanto são, quase sempre, laços enfermos de nosso próprio passado, inteligências que decerto auxiliamos irrefletidamente a perder e que, hoje, retornam à concha de nossos braços, esmolando entendimento e carinho, para que se refaçam, na clausura da inibição e da idiotia, para a bênção da liberdade e para a glória da luz.

Do livro "Religião dos Espíritos", de Francisco Cândido Xavier, pelo Espírito Emmanuel.



Preciosa dádiva...


A mulher bateu à porta da rica casa. Estava grávida e já se avizinhavam os dias de dar à luz.

A dona da casa veio atender, portando no olhar a serenidade dos dias vencidos e das dores suportadas.

Dona, lhe falou a gestante, quer ficar com o meu bebê?


E antes que a outra se recobrasse do susto da inesperada oferta, prosseguiu:

Não o quero. Não tenho lugar para ele em minha vida. Engravidei sem querer e não posso sustentar outra boca.

Pesa-me a barriga e anseio por liberar-me da carga. Se a senhora não o quiser, não sei o que farei. Já o ofereci a mais de duas dezenas de pessoas. Ninguém o quer.

A mulher bondade convidou a ofertante a entrar. Fê-la sentar-se. Serviu-lhe um café reconfortante.

Instigada, aquela lhe narrou sua história de desacertos, desde a juventude mais tenra. A síntese é de que via no filho em gestação um estorvo, um problema a mais.

A mulher carinho falou-lhe da bênção da maternidade e da reencarnação. Maternidade é uma das mais nobres missões conferidas ao ser humano.

O Pai e Criador confia uma das estrelas do Seu Universo à guarda de um outro ser.

Pela lei da reencarnação, o Espírito imortal tem a possibilidade de resgatar erros, crescer, ascender.

A mulher ternura lhe falou de como o Espírito, preso ao corpinho em formação, tudo percebe, tudo sente, tudo sofre.

Ele suspira oportunidade, tempo e atenção. Precisa de carícias, de ouvir a voz de quem o gera a lhe murmurar acalantos, aguarda a mão da ternura a lhe rociar a pele frágil.

Ele espera tanto. E tão pouco.

A mulher renúncia lhe falou das noites insones e dos sorrisos empós. Dos choros da febre, da manha e dos balbucios dos vocábulos primeiros.

Dos chutes quando ainda no ventre, em seus movimentos de acomodação. E da insegurança dos primeiros passos.

Ele tem tanto para dar.

Por que confiá-lo a outrem, se a Divindade lho oferta?

A mãe foi despertando na gestante. Num gesto quase mecânico, acariciou o ventre bojudo e sentiu os movimentos do bebê.

Que desejaria ele dizer? Não me abandone, cuide de mim. Estreite-me em seus braços. Venho para com você aprender o alfabeto do amor.

Não me dê a ninguém. É do seu carinho que preciso.

Quando a tarde morreu, a gestante retornou ao seu lar, com a esperança a tremeluzir no olhar.

A mulher doação a auxiliaria e ela teria o seu filho, conduzindo-o no mundo.

Dividiriam as dificuldades e somariam esforços. Permitiriam que se multiplicassem as oportunidades de regeneração, para que diminuíssem as dores.

E se a soma dos problemas parecesse suplantar as forças, sempre poderiam contar com o amor da mãe pelo filho, do filho pela mãe.

* * *

Os filhos não são realizações fortuitas. São filhos de Deus em jornada evolutiva, seguindo hoje ao seu lado, sob a direção das suas experiências.

Quando um filho enriquece um lar, traz com ele os valores indispensáveis à própria evolução.

Redação do Momento Espírita, com pensamentos finais extraídos do verbete Filho, do livro Repositório de sabedoria, v. 1, pelo Espírito Joanna de Ângelis, psicografia de Divaldo Pereira Franco, ed. Leal.
Em 15.07.2008.


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A semente da vida está em nossas mãos

Comentários Pessoais...


Olá amigos, mais uma vez estou aqui para pedir desculpas pela falta de atualizações no blog e também para colocar a minha opinião sobre um fato que vem marcando presença nos telejornais e conversas de todo país: o caso João Roberto, o garoto que foi morto recentemente em uma ação policial no Rio de Janeiro.

Independente de colocarmos o ponto de vista da Doutrina Espírita, ou não, há alguns fatos que temos que levar em consideração porque não são coincidencias.

Lembro-me recentemente de haver lido em algum lugar na internet que a polícia do Rio é a que mais mata no mundo; fato que todos podemos assistir nos noticiários diariamente e também acompanhar no filme "tropa de elite" que, ao meu olhar particular, exibe uma polícia formada por dois grupos distintos de pessoas: as que não se preocupam com a situação e se aproveitam dela e as que se preocupam e tentam fazer algo para corrigir, porém da maneira errada.

Percebamos que qualquer policial, antes de ser o profissional, é um ser humano. e como ser humano está sujeito a todas as vicissitudes e defeitos que temos. Ansiedade, nervosismo, medo, preconceito, distúrbios psicológicos, revolta por ganhar pouco (não há como exigir que a polícia defenda a lei e seja paga com salário de fome), etc.

Nós, as pessoas, também temos nossos momentos de indecisão, de decisões erradas e tal, apenas que nós não temos o ritmo frenético e a pressão de estarmos cara-a-cara com o que há de pior na sociedade.

Não defendendo qualquer ato realizado pelo policiamento de qualquer cidade do país, mas apenas expondo que existem vários fatores agravantes que devem ser levados em consideração antes de apontarmos o dedo e julgarmos, afinal, os problemas sociais normalmente são mais profundos do que imaginamos em nossa ignorância (ignorar = desconhecer).

O erro existe e a justiça deve ser feita, porém que haja também a modificação na causa deste erro, porque de acorco com o axioma "não há efeito sem causa".

Analisando agora através da minha veia espírita, e lembro que todas as opiniões colocadas aqui são particulares minhas e não da Doutrina, pois não tenho direitos para tal, devemos lembrar que nada ocorre por acaso, e que tudo obedece a uma programação maior.

Ao acompanhar mais este caso de tragédia no Rio de Janeiro não pude deixar de fazer uma comparação com o capíulo VI da parte terceira do Livro dos espíritos: a Lei de Destruição; nele encontramos as citações abaixo:

- o que chamais destruição não passa de uma transformação, que tem por fim a renovação e melhoria dos seres vivos

- As criaturas são instrumentos de que Deus se serve para chegar aos fins que
objetiva.

- o horror à destruição cresce com o desenvolvimento intelectual e
moral.

- o homem, dotado de livre-arbítrio, destrói sem necessidade. Terá que prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, pois isso significa que cede aos maus instintos

- Essas subversões, porém, são freqüentemente necessárias para que mais pronto se dê o advento de uma melhor ordem de coisas e para que se realize em alguns anos o que teria exigido muitos séculos

- Para conseguir a melhora da Humanidade, não podia Deus empregar outros
meios que não os flagelos destruidores?
Pode e os emprega todos os dias, pois que deu a cada um os meios de progredir
pelo conhecimento do bem e do mal. O homem, porém, não se aproveita desses meios.

- Muitas vezes mudam as condições de uma região. Mas, o bem que deles
resulta só as gerações vindouras o experimentam

- Os flagelos são provas que dão ao homem ocasião de exercitar a sua inteligência,
de demonstrar sua paciência e resignação ante a vontade de Deus e que lhe oferecem ensejo de manifestar seus sentimentos de abnegação, de desinteresse e de amor ao próximo, se o não domina o egoísmo.


Com base nestas afirmações, apenas podemos refletir que:

1) Existe hoje, notadamente naquela região, uma psicosfera dominada pela maldade, sexolatria e violência. Sabedora disso a espiritualidade está utilizando de todos os recursos para tentar parar o crescimento desta onda e, com o tempo, diminuir as proporções que ela abrange.

2) Os elementos passivos de ação - conscientização, educação, convites psíquicos, presença de centros religiosos, etc - no local não parecem estar adiantando muito para unir a população em torno de um ideal.

3)Alguns fatores mais drásticos estão sendo utilizados para que a população chocada e abalada, se una em torno de uma campanha de não violência. Gerando assim uma maior psicosfera de apoio, união, solidariedade, amor, compaixão,e consequentemente orações. Que elevarão o nível espiritual da região, melhorando e facilitanto a ação dos espíritos em socorro das pessoas encarnadas e desencarnadas naquela área.

4) Espíritos encarnados que tinham em sua programação desencarnar cedo (joão roberto, isabela nardoni, joão hélio e outros) estão cumprindo sua programação e também auxiliando no processo de transformação da psique e da moral local. E Quem sabe assim não estão compensando grandes faltas do passado delituoso que todos temos?

5) Os fatos que se procedem nos dias de hoje, e com certeza vários outros que ainda irão acontecer, tem como objetivo a melhoria do ambiente social, civil e moral da região afetada, e quem sabe de todo o brasil, buscando, com certeza, a diminuição da escalada de crimes e hediondezas que hoje assolam o país. Os benefícios destas ações de protesto e de melhoria social serão certamente sentidos pelas gerações novas e vindouras, pois mesmo que nós hoje apenas possamos sentir a revolta e a tristeza da perda, elas que estão vivendo e vendo este quadro aprenderão a crescer em um mundo onde procurarão utilizar menos a violência e, se conseguirem, seus filhos já crescerão em um lugar melhor.

A Doutrina Espírita vem nos conscientizar que a vida não acaba, e que mesmo com a dor e a saudade fica a certeza que nossos queridos estão vivos, auxiliados e nos preparando o caminho para que nos encontremos a eles no porvir.

Com a fé na vida futura e a consciência da reencarnação fica mais fácil compreender e resignar ante estas aparentes injustiças da vida; que na verdade nunca são injustiças.

Embora muitos culpados na terra se salvem de seus erros e escapem aparentemente impunemente, sabemos que não escapam de seus juiz mais severo - sua consciência - e que a cada um será dado de acordo com suas obras, como já disse o Rabi Galileu.

Então tenhamos a fé e a certeza que hoje estas tragédias também são oportunidades de resgates maravilhosos para os que partem e de provas sublimadoras para os que ficam, sabendo resignar e trabalhar em prol de seu próprio burilamento, afinal, já nos disse o espírito de verdade no capítulo VI de O Evangelho Segundo o Espiritismo "Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que a suplicam. Seu poder cobre a terra e por toda parte ao lado de cada lágrima põe um bálsamo."

Muita Paz

As faces do dinheiro...


FACES DO DINHEIRO



O dinheiro assume em nossa experiência variados aspectos.

Têmo-lo em diversas modalidades, auxiliando ou prejudicando, iluminando ou denegrindo...

Encontramos o dinheiro-alegria que se transforma em alimento na boca das crianças desamparadas...

Dinheiro-tranqüilidade que consegue pacificar o coração desditoso do homem de bem, cujas mãos chagadas no dever cumprido não podem atender às exigências do lar...

Dinheiro-fraternidade que acende o estímulo de viver nos corações amarfanhados pelo infortúnio...

Dinheiro-luz que incentiva o estudo nobre, a fim de que o próximo se liberte das teias da ignorância...

Dinheiro-progresso que distribui as bênçãos do trabalho com milhares de pessoas, conjugadas no serviço da indústria e da educação...

Dinheiro-caridade que nutre as energias das mães sofredoras e protege o corpo engelhado de velhinhos sem esperança...

Mas vemos igualmente o dinheiro-usura, criando indiferença e crueldade naqueles que o entesouram...

Dinheiro-sofrimento, gerando amargura e tédio naqueles que o amontoam, à custa das lágrimas de seus irmãos...

Dinheiro-treva, envolvendo em nevoeiro de perturbações e de mágoas todos aqueles que o acumulam, ao preço da alheia infelicidade...

Dinheiro-remorso, estabelecendo aflição e pesar nas almas desprevenidas que o amealham nos espinheiros do crime...

Dinheiro-angústia, trazendo tempestade de pranto naqueles que o entravam, em deplorável cegueira, perante a necessidade dos semelhantes...

Dinheiro!... Dinheiro!...

Sim, é possível guardar o dinheiro que conduz ao Céu, entretanto, quase todas as criaturas não sabem construir com ele senão o inferno a que se arrojam, no dia em que a morte lhes abre o caminho da grande transição.

Roguemos ao Senhor nos auxilie a compreender os bens da vida e a movimentá-los, segundo os ditames do Seu Amor.


pelo Espírito Olívia - De “Comandos do Amor”, de Francisco Cândido Xavier.


Sabedoria em gotas...


As pessoas felizes não agridem.


As que agridem são portadoras de uma insatisfação. No momento da agressão, talvez nem possam explicar o que lhes vai na alma.

O ofensor está sempre em situação de inferioridade ao ofendido. Reclama auxílio e não revide.

Por isso, não condene quem desfere palavras ou comete atos de violência contra você. Lembre-se de que as pessoas felizes são calmas e pacientes. Não partem para a agressão. Recorde-se do perdão de Jesus, na cruz.

Compreender a necessidade do ofensor revela maturidade no amor

LOPES, Lourival. Gotas de Esperança. 17. ed. Brasília: Otimismo. 2005.

Testamento...


Você já providenciou o seu testamento? Já decidiu a quem deixar os seus bens, quando a morte vier lhe ceifar a vida física?

Alguma vez já cogitou quantos transtornos poderão ser evitados se a partilha de tudo que você dispõe for decidida, por você mesmo, quando ainda goza das suas faculdades mentais e a saúde lhe sorri, abençoando-lhe os dias?

Quando você cogitar da divisão dos seus bens, elegendo herdeiros, pense em tudo o que você pode passar para os seus filhos, desde hoje.

Antes que a morte roube sua presença física do lar onde seus rebentos crescem sadios, ante seu olhar amoroso, medite nos valores que são imperecíveis e que lhe cabe ofertar.

Pense no valor honestidade. Já ensinou seu filho a ser honesto?

E ser honesto não quer dizer somente não se apossar do que não lhe seja devido. Significa muito mais.

Falando com seus filhos, estimule-os a serem honestos em todas as circunstâncias.

Não colando nas provas, não mentindo, mesmo que seja para ganhar no jogo de futebol da turma. Dizer toda a verdade mesmo que fiquem em apuros.

E não deturpar um pouquinho só a verdade, para que não soe tão mal, ou mentir para se proteger.

Como o melhor método de ensino é o exemplo, não esqueça de exemplificar sempre, com sua própria conduta.

E a coragem? Já a demonstrou ou buscou ensinar a seu filho?

Coragem que é ousadia para tentar realizar coisas boas, embora difíceis. Coragem que é força para não fazer o que todos fazem, mas dizer não, manter sua posição e até influenciar os outros positivamente.

Coragem que significa ser fiel às convicções e seguir os bons impulsos, mesmo que para todos os demais possam parecer tolos ou inconvenientes.

Coragem de demonstrar os próprios sentimentos, de ser afetuoso, de ser amigo.

Coragem de fazer o que é certo, mesmo que seja sozinho.

Verdadeiramente, estes são valores que você, de forma alguma, poderá repassar em testamento.

Mesmo porque, quando não estiver mais em corpo físico ao lado dos seus filhos, terá já passado a oportunidade da sua educação.

Aproveite, pois, o dia que vive ao lado deles e fale-lhes do respeito.

Respeito pela vida, pelos pais, pelos mais velhos, pela natureza, pelas crenças e direitos dos outros.

Fale-lhes da diversidade enorme de sentimentos dos seres humanos e ensine-os a ter respeito por todos.

Se você se empenhar, desde já, em passar valores verdadeiros a seus filhos, guarde a certeza de que, se vier a morrer sem ter deixado bem documentadas suas últimas vontades, eles saberão o que fazer.

Mais do que isto: agirão com dignidade, atendendo às lições que lhes foram repassadas.

E se você é dos que afirmam que nada tem de material para legar aos seus filhos, ministre desde já as lições do bem, da honradez, para que, quando se for, possa partir com a consciência tranqüila a lhe apontar que cumpriu seu dever de pai e educador, com muita propriedade.

Pode não deixar recursos amoedados, mas terá legado ao mundo o de que ele mais necessita: homens de bem.

Os seus filhos poderão crescer e acabar desenvolvendo valores diferentes dos seus e dos que tentou ensinar.

Contudo, a sua mensagem de valores permanecerá indelével em suas mentes. Um dia, eles a recordarão e a utilizarão, mesmo que seja em dias avançados de suas vidas, após terem cometido erros e desacertos.

Não deixe, assim, passar em branco a oportunidade presente.


Redação do Momento Espírita.


Diante da vida...


Milhões de vidas passaram antes de ti e consumiram-se na voragem do tempo. Passaram sem se encontrarem a si mesmas, porque passaram correndo atrás de outras vidas.


Não te iludas, buscando a Vida fora de ti, no prazer, no dinheiro, na fama, na glória, porque o prazer, o dinheiro, a fama e a glória passarão no trânsito de todas as coisas e deixar-te-ão de mãos e coração vazios. Evita, pois, renovar o suplício constante de cada dia.

Jamais permitas que as convenções mundanas oponham embargos ao surto criativo da Vida. Deixa que ela se exprima em ti, na plenitude e espontaneidade de suas forças, se realmente queres libertar-te da ilusão e escravidão dos sentidos.

Não procures caminhos para um encontro com a Vida. Quem procura um caminho para vê-la, arrisca-se a não encontrá-la jamais. Entre ti e a Vida não há caminhos, simplesmente porque entre ti e ela não há espaço, nem distâncias. Tu a desconheces, porque te desconheces a ti mesmo.

O segredo de tua felicidade está em conheceres a identidade da Vida que está em ti com a Vida que está em teu semelhante. Não pode haver conflito entre duas ou mais formas de vida, quando elas descobrem a identidade de sua essência.

Não te aflijas com a perda dos teus haveres. Lembra-te sempre de que não há pobreza para aquele que compreendeu o espírito da vida.

Diante da Vida, não tenhas medo ou coragem, porque medo ou coragem são atitudes incompatíveis com o espírito da Vida. Tem simplesmente compreensão, porque compreensão é o que ela te pede, para franquear-te seus imensos tesouros.

Não pretendas fazer de tua Vida uma cópia ou arremedo de outras vidas. Cada qual deve ser a expressão de seu próprio destino, naquilo que este tem de mais nobre e sublime. Sê, pois, tu mesmo, sem imitações, nem simulações.

Recorda-te, a cada instante, de que tua vida se acha entrosada na complexa e misteriosa urdidura do Universo. Nada, pois, do que existe te deve ser alheio ou indiferente.

Ama a tua vida, mas ama-a com aquele puro e desinteressado amor com que o artista ama a obra em que ele busca realizar-se. Dignifica-te nela, para que em ti se dignifique a própria humanidade.

A Vida é feita de luta, mas, na luta pela vida, nunca assumas uma posição agressiva ou destrutiva, para que não agridas ou destruas a ti mesmo. Diante do mal, pratica o bem; diante da treva, faze a luz; diante do ódio, difunde o amor; diante da mentira, proclama a verdade.


Não penses que poderás evadir-te da Vida, pela porta da morte, ou que, pela porta da morte, poderás ingressar na Vida. Nunca estiveste ou estarás fora da Vida, nem a Vida esteve ou estará jamais fora de ti. Toma, pois, consciência da Vida que jaz oculta na profundeza de ti mesmo, se queres tomar consciência de tua eternidade.

Rubens Romanelli - Do livro "Primado do Espírito" Capítulo 5.



Biblioteca Espírita...


Biblioteca Espírita Virtual de Obras Raras da Federação Espírita do Paraná

A Biblioteca Espírita Virtual de Obras Raras da Federação Espírita do Paraná – FEP disponibiliza ao público obras espíritas raras, digitalizadas em idioma original, principalmente de livros do século 19 e do início do século 20.

As publicações podem ser baixadas na íntegra, facilitando o estudo, pois o usuário pode manter a cópia digitalizada da obra em seu computador pessoal e consultar a qualquer momento.


A fim de que obras de tal valor possam ser disponibilizadas, através do site www.bibliotecaespirita.com, merecendo a adequada divulgação ao público mundial, a FEP necessita da colaboração de pesquisadores e estudiosos espíritas que possuam obras raras em seus acervos pessoais, bem assim das Casas Espíritas que mantêm Bibliotecas antigas, em suas sedes.

Contamos com a adesão a esta fonte de pesquisa e preservação para o futuro das obras espíritas, solicitando que pessoas e/ou Centros Espíritas que as possuam as possam direcionar, em doação, ao acervo da FEP que, além da disponibilização virtual, também preserva, de forma especial, todas as obras consideradas raras, na Biblioteca da sua Sede Histórica, na Alameda Cabral, em Curitiba-PR, possibilitando consulta local, de segunda a sexta, das 8h às 18horas.

Contato para doações: FEP – fone/fax: 41.3223.6174 (com Vera, bibliotecária) e/ou pelo e.mail: 2vice@feparana.com.br.


Diretoria Executiva da
Federação Espírita do Paraná

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