Para melhor compreender Jesus - parte 5


9) “Porque me abandonaste”?


Muitas pessoas dizem que, apesar de tudo, Jesus haveria fraquejado em sua missão. Que ele haveria, em seus últimos momentos, duvidado da bondade e presença de deus, gritando do alto da cruz: “Eli, Eli, lamá sabactâni" (Mt 27: 46), (Mc, 15-34) - Senhor, Senhor, porque me abandonaste?

Do ponto de vista geral e, de acordo com as tradições evangélicas, isto é normalmente aceito. Porém, os melhores teóricos religiosos, hoje admitem duas correntes de pensamento, a saber:

A primeira diz que estas palavras teriam sido ditas por Dimas, o bom ladrão, que poucos minutos antes havia tido a confirmação de Jesus que, um dia, estaria com ele no paraíso.

É de se esperar que Dimas, ante esta esperança, ficasse terrivelmente desesperado ao ver o corpo físico do cristo, o qual havia sido muito mais supliciado que Dimas, perecer diante de seus olhos, sem levá-lo junto.

É, também de se crer, que de acordo com a crença judaica, Dimas também aguardasse que Jesus espetacularmente se libertasse da cruz e rendesse a salvação aos que nele acreditavam.

Para seu desespero, ele acompanhou de perto o desencarnar de seu corpo, e como último alento entre a esperança e a desolação grita: senhor, senhor, porque me abandonaste?

A segunda corrente propõe que o cristo, conhecedor de todas as profecias a seu respeito, apos verificar que todos os detalhes estavam cumpridos, emitiu a famosa frase: “está tudo consumado”. (Jo 19:30)

O que correspondia dizer que todas as profecias sobre a vinda do messias estariam cumpridas naquele momento; porém o evangelista Mateus (mt 27:46) apresenta que ele teria falado a frase: deus meu, deus meu, porque me desamparaste?

O que equivaleria dizer que Jesus teria perdido a crença em Deus e que estaria renegando o seu destino.

Ora, de acordo com as escrituras, inclusive com o próprio evangelho de Mateus, Jesus sabia tudo que iria acontecer, chegando inclusive a brigar com Pedro quando este teve a oportunidade de dizer que ele não deixasse o mal lhe acontecer (a Jesus).

Lembrando os evangelhos veremos que todos os discípulos se afastaram de Jesus na hora da morte, MENOS JOÃO. Ele foi o único que permaneceu a seu lado até o momento final e, por conseqüência, o único que escutou e presenciou todos os acontecimentos no ato de sua crucificação. Os outros discípulos apenas relataram o que ouviram falar de bocas de terceiros, uma vez que nenhum estava lá; desta forma, o relato de João se torna o mais verossímil dentre todos. E neste relato não encontramos o chamado a Deus perguntando porque o abandonou.

Porém, mesmo que tenha havido este chamado, no momento indicado Jesus estava verificando todos os cumprimentos à profecia que o trazia como messias do povo Judeu, e assim, esta corrente diz que ele estaria citando o salmo 22, que inicia exatamente com esta frase: "deus meu, deus meu, porque me desamparaste?" E traz versos mostrando fatos como: "7 Todos os que me vêem zombam de mim, arreganham os beiços e meneiam a cabeça, dizendo:
8 Confiou no Senhor; que ele o livre"; "um ajuntamento de malfeitores me cerca; transpassaram-me as mãos e os pés.
17 Posso contar todos os meus ossos. ";”18 Repartem entre si as minhas vestes, e sobre a minha túnica lançam sortes";

Que descrevem com exatidão os últimos momentos de Jesus, e por isso ele teria dito: "Está tudo consumado"; pois tudo que havia sido predito para sua morte em salmos houvera acontecido; e, provavelmente, para que o povo soubesse disso, ele iniciou a recitar o salmo, mas, sem forças e fôlego devido aos maus tratos recebidos, não teve condições físicas de terminar, gerando então este mal entendido que ele teria perdido a confiança em deus.

Jesus em nenhum momento teve falta de confiança em deus, e em todos os momentos se mostrou consciente dos acontecimentos como iriam acontecer. Ele, espírito puro que desceu ao nosso orbe, escolheu passar por este sofrimento por amor a nós. Para nos dar o exemplo que o amor e a verdade podem vencer os maiores desafios.

E não duvidemos disso.

10) Porque retornar dos mortos?


Toda a mensagem de Jesus é pautada no mundo futuro, na glória do mundo de “seu Pai”, onde os que sofrem, os que choram, os que tem fome, todos encontrarão alívio e consolação para suas dores.

A despeito dos milhares de milagres que tenha realizado ou da consolação que tenha levado ao coração dos homens, estes mesmos homens se voltaram contra Ele, ainda que induzidos pelos fariseus e sacerdotes.

Os próprios apóstolos que andavam com o Cristo o abandonaram na hora do calvário, exceto João e Maria de Magdala que permaneceram com ele até o final, acompanhando Maria de Nazaré.

Naquela tarde escura toda a esperança que o Cristo representava, toda a consolação e a certeza que Ele era realmente o Messias caíram por terra, a medida que o povo assistia o suplício e a morte de Jesus na cruz.

Aquela morte representava, para os fariseus e sacerdotes, o fim dos problemas causados por Jesus e do desvirtuamento que ele levava ao povo, ensinando coisas que afrontavam os costumes hebreus.

Para os discípulos era um golpe ainda mais forte, pois a certeza que tinham que aquele homem era o messias prometido, e que eles fizeram a escolha certa, se transformara em desespero e em decepção. O que fariam a partir dali?

Eis que repentinamente chega uma mulher, Maria de Magdala, com a notícia que havia falado com o Mestre e que ele dissera para eles se reunirem, que logo estaria com eles. E assim o fez.

Eis que reacende a chama da esperança na vida futura, em vencer os problemas, em esquecer das dores e das doenças. Jesus está ali, na frente deles, VIVO, ele venceu a morte; deixou pra trás o maior medo de todos nós.

Provou para todos que tudo que havia dito era verdade, que era realmente o grande vencedor; mesmo com os poderosos querendo enganar a população, pagando para que os soldados mentissem.

Após um convívio de 40 dias entre seus amados ele declara que é hora de partir, mas deixa uma última missão para aqueles que o seguem: pede que eles divulguem a “boa nova” – A notícia que a morte não existe.

Então, o espiritismo vem comprovando através dos anos a verdade que Jesus nos apresentou; tentando relembrar a todos nós os ensinamentos que podem nos auxiliar a encontrar o caminho da verdade e da vida.

Um comentário:

Anônimo disse...

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UM GRANDE BEIJO DO TRAPALHÃO "DEDÉ SANTANA"

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