Sabedoria em gotas...


189

Alguém tem idéias totalmente diferentes das suas?

O seu comportamento lhe parece reprovável?

A todo instante surgem os que pensam e agem de uma forma que nos parece inaceitável. Deparamo-los quase todos os dias. Surgem-nos como que precisando de uma corrigenda.

No entanto, não critique. Ninguém age por mal. Esclareça-o se possível. Compreenda sua intenção. Aja construtivamente. Não negue o auxílio necessário.


Aceitar o comportamento dos outros é respeitar um direito alheio.

LOPES, Lourival. Gotas de Esperança. 17. ed. Brasília: Otimismo. 2005.

A mensagem de um menino...



Ele tinha apenas oito anos, contudo, detinha a sabedoria das grandes almas. Era uma criança no corpo. Mas, seu Espírito já se dera conta de que breve seria sua vida sobre a Terra.

Generoso, como todas as almas nobres, a sua era a preocupação com outras pessoas. Como ficaria sua mãe sem ele, por exemplo?

Quando soprou as oito velas do seu bolo de aniversário e sofreu uma nova e grave crise que o levou ao hospital mais uma vez, Peter resolveu fazer uma lista.

Era uma lista de alguns itens que ele desejava executar, antes de morrer.

Dos itens constava encontrar alguém que se encarregasse de retirar a neve da frente da casa.

E isso não foi muito difícil, porque um dos vizinhos disse que teria prazer em assumir esse encargo.

E, porque se preocupasse com a qualidade de vida de sua mãe, desejava conseguir, de alguma forma, que ela concluísse a canção que começara a compor quando ele nascera.

Seria o reconhecimento e a consagração dela como compositora.

Para si mesmo, duas coisas eram muito especiais: morrer em casa, cercado de seus amigos e colocar um grande mastro, frente à sua casa, sinalizando que era ali que Peter se encontrava.

Ele iria morrer e desejava que os anjos soubessem onde ele morava, para o virem buscar.

A mãe, descobrindo a lista e reconhecendo a sua importância, se esmerou e, mesmo com o coração a sangrar, concluiu a canção.

Ela a chamou de O Salmo 151. Explicou que lera os 150 salmos da Bíblia, mas que nenhum deles traduzia a alegria que ela sentira ao dar à luz a seu filho.

A dificuldade em conclui-la se dera em função da descoberta da enfermidade de que ele era portador e do pouco tempo de vida que teria.

Todos os recursos possíveis foram empreendidos para que o convênio de saúde aprovasse cuidados ao pequeno enfermo, no lar.

E, numa tarde fria, enquanto Peter se despedia da vida física, os amigos se reuniram para cantar, junto com sua mãe, O Salmo 151.

Quando Peter deixou exalar o último e tranquilo suspiro, os olhos dos amigos se ergueram para contemplar a bandeira tremulando ao vento.

E, em todos os corações, havia a certeza: a bandeira indicativa era desnecessária. Pela forma como suportara a enfermidade e as dores, como se preparara para a morte, pelo seu desprendimento e amor, os anjos sabiam, com certeza, onde estava Peter.

E o tinham vindo buscar.


Existem Espíritos que estão entre nós por pouco tempo. Especiais, destacam-se pela sua forma de ver e sentir a vida.

Vem e vão rapidamente. No entanto, a sua mensagem de amor é de tal forma forte, vigorosa, que deixam o aroma da sua presença indelével entre os que tiveram a ventura de com eles conviver.

A sua lição é do amor que não se apaga, da bondade que se preocupa com o outro e da sábia resignação ante aquilo que não pode ser alterado.

Pensemos nisso!


Redação do Momento Espírita, com base no episódio
O salmo 151, do seriado televisivo O toque de um anjo.
Em 28.04.2009

Evidências da reencarnação...



A perfeição de Deus...


No Brooklyn, Nova Iorque, Chush é uma escola que se dedica ao ensino
de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem por toda a
vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas para uma escola
comum.

Num jantar de beneficiência de Chush, o pai de uma criança fez um
discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam
presentes.

Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou:
"Onde está a perfeição no meu filho Pedro, se tudo o que DEUS faz é
feito com perfeição?

Meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem.
Meu filho não se pode lembrar de fatos e números como as outras crianças.
Então, onde está a perfeição de Deus?"

Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai,
mas ele continuou:
"Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a
perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante
desta criança."

Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Pedro:
Uma tarde, Pedro e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que
o conheciam, estavam a jogar beisebol.



Pedro perguntou-me:
- Pai, você acha que eles me deixariam jogar?
Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o
queria na equipe.
Mas entendi que se Pedro pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma
confortável sensação de participação.
Aproximei-me de um dos meninos no campo e perguntei-lhe se Pedro poderia
jogar.
O menino deu uma olhada ao redor, buscando a aprovação de seus
companheiros da equipe e, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele
assumiu a responsabilidade e disse:
- Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava.
Acho que ele pode entrar na nossa equipe e tentaremos colocá-lo para
bater até à nona rodada.
Fiquei admirado quando Pedro abriu um grande sorriso ao ouvir a
resposta do menino.
Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar.
No final da oitava rodada, a equipe de Pedro marcou alguns pontos, mas
ainda estava perdendo por três.
No final da nona rodada, a equipe de Pedro marcou novamente e agora
com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Pedro
foi escalado para continuar.
Uma questão, porém, veio à minha mente: a equipe deixaria Pedro, de
fato, rebater nesta circunstância e colocar fora a possibilidade de
ganhar o jogo?
Surpreendentemente, foi dado o bastão a Pedro.
Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, porque ele nem
mesmo sabia segurar o bastão.
Porém, quando Pedro tomou posição, o lançador se moveu alguns passos
para arremessar a bola de maneira que Pedro pudesse ao menos rebater.
Foi feito o primeiro arremesso e Pedro balançou desajeitadamente e perdeu.
Um dos companheiros da equipe de Pedro foi até ele e juntos seguraram
o bastão e encararam o lançador.
O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para
Pedro.
Quando veio o lance, Pedro e o seu companheiro da equipe balançaram o
bastão e juntos rebateram a lenta bola do lançador.
O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao
primeiro homem da base, Pedro estaria fora e isso teria terminado o
jogo.
Ao invés disso, o lançador pegou a bola e lançou-a numa curva, longa e
alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base.
Então todo o mundo começou a gritar: "Pedro, corre para a primeira
base, corre para a primeira..."
Nunca na sua vida ele tinha corrido... mas saiu disparado para a linha
de base, com os olhos arregalados e assustado.
Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a
posse da bola. Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da
base, o que colocaria Pedro fora de jogo, pois ele ainda estava
correndo.
Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador e, assim,
lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da
base.
Todo o mundo gritou:
"Corre para a segunda, corre para a segunda base."
Pedro correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele
circulavam deliberadamente para a base principal.
Quando Pedro alcançou a segunda base, a curta parada adversária
colocou-o na direção da terceira base e todos gritaram: "Corre para a
terceira."


Ambas as equipes correram atrás dele gritando:
"Pedro, corre para a base principal."
Pedro correu para a base principal, pisou nela e todos os 18 meninos o
ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido
o campeonato e ganho o jogo para a equipe dele."

"Naquele dia," disse o pai, com lágrimas caindo sobre a face, aqueles
18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus.
Eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!"

O fato é verdadeiro e ao mesmo tempo causa-nos tanta estranheza!
Causa-nos estranheza porque nós adultos muitas vezes estamos aprendendo
com as crianças, pois não temos tempo para ver o que as crianças vêm.
Pensemos essa história com carinho.

" TEMPO É PRIORIDADE, VOCE ESCOLHE ...."

(autor desconhecido - recebí por email)

Sentar-se à janela do avião...


Era criança quando, pela primeira vez,entrei em um avião. A ansiedade de voar era enorme. Eu queria me sentar ao lado da janela de qualquer jeito, acompanhar o voo desde o primeiro momento e sentir o avião correndo na pista cada vez mais rápido até a decolagem. Ao olhar pela janela via, sem palavras, o avião rompendo as nuvens, chegando ao céu azul. Tudo era novidade e fantasia...

Cresci, me formei, e comecei a trabalhar. No meu trabalho, desde o início, voar era uma necessidade constante. As reuniões em outras cidades e a correria me obrigavam, às vezes, a estar em dois lugares num mesmo dia.

No início pedia sempre poltronas ao lado da janela, e, ainda com olhos de menino, fitava as nuvens, curtia a viagem, e nem me incomodava de esperar um pouco mais para sair do avião, pegar a bagagem, coisa e tal. O tempo foi passando, a correria aumentando, e já não fazia questão de me sentar à janela, nem mesmo de ver as nuvens, o sol, as cidades abaixo, o mar ou qualquer paisagem que fosse. Perdi o encanto. Pensava somente em chegar e sair, me acomodar rápido e sair rápido.

As poltronas do corredor agora eram exigência . Mais fáceis para sair sem ter que esperar ninguém, sempre e sempre preocupado com a hora, com o compromisso, com tudo, menos com a viagem, com a paisagem, comigo mesmo.

Por um desses maravilhosos "acasos" do destino, estava eu louco para voltar de São Paulo numa tarde chuvosa,precisando chegar em Curitiba o mais rápido possível. O voo estava lotado e o único lugar disponível era uma janela, na última poltrona. Sem pensar concordei de imediato, peguei meu bilhete e fui para o embarque.

Embarquei no avião, me acomodei na poltrona indicada: a janela.

Janela que há muito eu não via, ou melhor, pela qual já não me preocupava em olhar.

E, num rompante, assim que o avião decolou, lembrei-me da primeira vez que voara.

Senti novamente e estranhamente aquela ansiedade, aquele frio na barriga. Olhava o avião rompendo as nuvens escuras até que, tendo passado pela chuva, apareceu o céu.


Era de um azul tão lindo como jamais tinha visto. E também o Sol, que brilhava como se tivesse acabado de nascer. Naquele instante, em que voltei a ser criança, percebi que estava deixando de viver um pouco a cada viagem em que desprezava aquela vista.

Pensei comigo mesmo: será que em relação às outras coisas da minha vida eu também não havia deixado de me sentar à janela, como, por exemplo, olhar pela janela das minhas amizades, do meu casamento, do meu trabalho e convívio pessoal? Creio que aos poucos, e mesmo sem perceber, deixamos de olhar pela janela da nossa vida. A vida também é uma viagem e se não nos sentarmos à janela, perdemos o que há de melhor: as paisagens, que são nossos amores, alegrias, tristezas, enfim, tudo o que nos mantém vivos. Se viajarmos somente na poltrona do corredor, com pressa de chegar, sabe-se lá aonde, perderemos a oportunidade de apreciar as belezas que a viagem nos oferece.

Se você também está num ritmo acelerado, pedindo sempre
poltronas do corredor, para embarcar e desembarcar rápido e "ganhar tempo", pare um pouco e reflita sobre aonde você quer chegar. A aeronave da nossa existência voa célere e a duração da viagem não é anunciada pelo comandante.

Não sabemos quanto tempo ainda nos resta. Por essa razão, vale a pena sentar próximo da janela para não perder nenhum detalhe.

Afinal, "a Vida, a Felicidade e a Paz são caminhos e não destinos".

Alexandre Garcia

A opção ideal...


Narra uma lenda que um príncipe poderoso caiu em mãos inimigas que decidiram tirar-lhe a vida, condenando-o à forca.

Dada sua linhagem nobre, o rei dos inimigos lhe propôs um acordo. Se ele conseguisse decifrar um certo enigma, sua vida seria poupada. Para isso, concedeu-lhe a liberdade de procurar a resposta por três dias.

Com a pergunta lhe fervendo na cabeça, o príncipe começou a buscar, entre os habitantes do lugar, quem o pudesse ajudar a encontrar a solução.

A pergunta era: O que mais deseja uma mulher?

Ao final do terceiro dia, já desanimado e antevendo sua morte na forca, o príncipe encontrou uma mulher muito feia. Na boca, somente dois dentes. Os cabelos desgrenhados. As vestes sujas. Era chamada por todos, pelo seu aspecto horrível, bruxa.

Ela disse que tinha a resposta. Mas exigia que, tendo salva a vida, ele voltasse e casasse com ela.

Não desejando morrer, ele consentiu e ela lhe disse: O que mais deseja uma mulher é ter soberania sobre a sua vida.

Com a resposta, o príncipe teve poupada a sua vida e voltou para casar com a bruxa. Não queria, mas tinha prometido. Triste destino o meu, pensava. Casar com uma bruxa.

Entristecido, na noite de núpcias, sentou-se na cama aguardando a noiva de horrível aspecto. Qual não foi sua surpresa quando ela se apresentou belíssima, num vestido branco, com cabelos louros, olhos azuis brilhantes e um sorriso perfeito.

Como pode? - perguntou o príncipe.

Esqueci de lhe falar que, durante o dia, eu sou bruxa e à noite viro uma linda mulher. Agora, você pode escolher: quer que eu seja bruxa de dia ou de noite?

Ele olhou para aquela figura maravilhosa e disse: Deixo à sua escolha.

A noite foi extraordinária. No dia seguinte, ao raiar do sol, o príncipe abriu os olhos e surpreso, viu deitada ao seu lado, a jovem maravilhosa da noite anterior.

Como? - perguntou ele. Você não disse que durante o dia virava bruxa?

Meu amor, falou ela, como você deixou que eu decidisse sobre o que quisesse ser e quando quisesse, eu decidi ser donzela de dia e de noite. Lembra que eu lhe falei que o que mais deseja uma mulher é a soberania sobre a sua vida?

No mundo existem pessoas assim. Fora do lar, no contato com as pessoas são excelentes. Gentis, atenciosas, ponderadas.

Basta que adentrem o lar para se tornarem déspotas. Gritam, exigem, magoam. Acreditam que o seu lar é seu reino e ali tudo podem fazer, sem limites.

Também existem as criaturas que no campo profissional, no trato social são ríspidas, grosseiras, exigentes em demasia.

E, no entanto, com a esposa, os filhos são dóceis, educados, prestativos.

O que ser, como ser e quando ser é decisão individual. Mas quando optarmos por sermos bons o dia todo, em todo lugar, com todas as pessoas, o mundo se tornará um lugar muito melhor para viver, amar e ser feliz.



Redação do Momento Espírita, com base na Apologia da bruxa, do Seminário de Alberto Almeida – Superando a culpa pelo autoperdão.

152 anos de "O Livro dos Espíritos"...



Há 152 anos, nesta mesma data, na galeria de Orleans em Paris, estava sendo lançada a obra que viria a revolucionar o entendimento, consciência e fé dos homens em relação a Deus.


O Francês Hypolite Léon Dénizard Rivail, mais conhecido como Allan Kardec, estudou, analisou e reuniu em um único volume 1019 questões a respeito da "Natureza, origem e destino dos espíritos, bem como suas relações com o mundo corporal".

Trazendo em sua obra as bases do Espiritismo, que são: A crença em Deus, na Imortalidade da Alma, na Comunicabilidade dos espíritos, na Reencarnação e nos Diversos Mundos Habitados.

Editado e reeditado diversas vezes depois este livro segue sempre atual e esclarecedor para tantos quanto desejam seguir o caminho de Jesus, à luz da Doutrina Espírita. Traz em seu conteúdo assuntos como Deus, vida, imortalidade, espíritos, aborto, questões sociais, guerra, fome, necessidade do sofrimento, evolução, entre outros.


Agradecemos a Kardec seu incansável esforço para nos trazer esta obra, e as outras que lançou mais tarde, pois temos a consciência que, assim como hoje, não foi fácil ser espírita e defender o Espiritismo naquela Época.

Parabéns Professor, e nosso muito obrigado.


Vamos Auxiliar...


Queridos amigos, bom dia.

Em visita ao site da ANESPB soube da necessidade de ajuda por que passa o

LAR DA CARIDADE ou HOSPITAL DO FOGO SELVAGEM.

(casa espírita fundada em agosto de 1957, que atende doentes de Pênfigo, veja mais detalhes sobre esta doença em http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%AAnfigo e em http://www.dermatologia.net/novo/base/doencas/penfigos.shtml)

Esta casa desenvolve um trabalho MUITO SÉRIO e que deve ser um dos objetivos de nossa colaboração, pois desde o desencarne ce Chico Xavier, principal benfeitor anônimo da entidade, ela vem passando por dificuldades financeiras e de auxílio de voluntários.

Para saber mais sobre a entidade, sua fundadora e sua história clique nos links abaixo:

http://www.ajudabrasil.org/dadosentidade.asp?identidade=667

http://www.rcespiritismo.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=483&Itemid=25

http://www.revelacaoonline.uniube.br/a2002/gente/aparecida.html


Caso algum dos queridos possa realizar uma visita e auxiliar como voluntário é uma ótima oportunidade de praticarmos o que nos ensina a Doutrina Espírita, neste endereço:

Rua João Alfredo nº 437 Bairro: Abadia Cidade: Uberaba
Estado: MG Cep: 38025-300 Fone:(34) 3318-2900

Caso não seja possível, podemos contribuir financeiramente realizando um depósito nas contas abaixo:

Banco: Bradesco
Agência: 0264-0
C/C: 14572-6
Favorecido: Lar da Caridade

Banco: Banco Itaú
Agência: 0321
C/C: 00859-1
Favorecido: Lar da Caridade

CNPJ: 25440835/0001-93

Não deixemos esta casa tão importante ter prejudicado o seu atendimento pela carência que nós todos podemos minimizar.

Muita Paz para todos.

Alexandre o Grande...


Os três ultimos desejos de Alexandre o GRANDE


Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1º Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da étpoca;
2º Que fosse espalhado no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);
3º Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

1º Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2º Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3º Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

* Pense nisso...

Não deixe de correr atrás de seus sonhos,
mas não esqueça de viver intensamente e de
usufruir de seus sentimentos e emoções,
pois as coisas materias são importantes para nós porém elas ficam,
já as emoções e sentimentos nascem e morrem com a gente. *

"TER TEMPO É UMA QUESTÃO DE PREFERÊNCIA"

(Desconheço a origem, recebí por email)

Presença de André Luiz...


O BOM LIVRO

O livro edificante é sementeira da Luz Divina, aclarando o passado, orientando o presente e preparando o futuro...


Instrutor do espírito – esclarece sem exigências,
Médico da alma – cura sem ruído,
Sacerdote do coração – consola sem ritos exteriores.
Amigo vigilante – ampara em silêncio,
Companheiro devotado – jamais abandona,
Cooperador eficiente – não pede compensações.
Semeador do infinito – fecunda os sentimentos,
Benfeitor infatigável – permanece fiel,
Arquiteto do bem – constrói no espírito imorredouro.
Altar da simplicidade – revela a sabedoria,
Fonte inesgotável – jorra bençãos de paz,
Campo benfazejo – prepara a vida eterna.
Lâmpada fulgurante – brilha sem ofuscar,
Árvore compassiva – frutifica sem condições,
Celeiro farto – supre sem perder.


pelo Espírito André Luiz
Do livro: Relicário De Luz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Resiliência...


Ser Resiliente

Uma palavra que se está usando muito, principalmente nas corporações e escolas superiores, é "resiliência".

Algumas definições obtive na internet, mas aqui está a minha opinião e visão pessoais a respeito do tema.


"Resiliência é a capacidade concreta de retornar ao estado natural de excelência, superando uma situação critica. Segundo dicionário Aurélio, é a propriedade de pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora de tal de formação elástica”.

“É A ARTE DE TRANSFORMAR TODA ENERGIA DE UM PROBLEMA EM UMA SOLUÇÃO CRIATIVA”

Resiliência é a capacidade que se tem para vencer as dificuldades, os problemas, os obstáculos, sejam eles do tipo que for e na intensidade que tiverem. Traumas como a perda de emprego, a morte de um ente, catástrofes naturais e problemas familiares, como saúde e afetividade.

É como se fosse uma "resistência elástica" em que superamos tais dificuldades, por mais que sejamos pressionados criamos flexibilidade emocional para lidar e agir diante os reveses da vida.

Mas, essa capacidade está justamente no fato da pessoa não isolar-se para resolver as coisas e nem tentar fazer as coisas de maneira solitária. A pessoa se molda e usa de seus relacionamentos para obter soluções ou ajuda necessária para sair das situações.

Resiliente também apresenta a capacidade de ajudar aos outros, dentro daquilo que esteja capaz de realizar.


"Existe dois tipos de indivíduos, aqueles que nascem e os que se tornam resilientes.
Todos nós podemos nos tornar resilientes. Seguem algumas dicas:
• Mentalizar seu projeto de vida, mesmo que não possa ser colocado em prática imediatamente. Sonhar com seu projeto é confortante e reduz a ansiedade
• Aprender e adotar métodos práticos de relaxamento e meditação
• Praticar esporte para aumentar o ânimo e a disposição. Os exercícios aumentam endorfinas e testosterona que, conseqüentemente, proporcionam sensação de bem-estar
• Procurar manter o lar em harmonia, pois este é o "ponto de apoio para recuperar-se"
• Aproveitar parte do tempo para ampliar os conhecimentos, pois isso aumenta a autoconfiança
• Transformar-se em um otimista incurável, visualizando sempre um futuro bom
• Assumir riscos (ter coragem)
• Tornar-se um "sobrevivente" repleto de recursos
• Apurar o senso de humor (desarmar os pessimistas)
• Separar bem quem você é e o que faz
• Usar a criatividade para quebrar a rotina
• Permitir-se sentir dor, recuar e, às vezes, enfraquecer para em seguida retornar ao estado original .A resiliência consiste no equilíbrio entre a tensão e a habilidade de lutar, de atingir outro nível de consciência, que nos traz uma mudança de comportamento e a capacidade de lidar com os obstáculos da vida e do profissional."

(Leonardo Soares Grapeia)

Claro que ser resiliente não é transformar-se de um dia para o outro e muito menos tornar-se um super-homem (mulher). É apenas encarar as coisas como elas são e moldar-se a isso, usando-as como força motriz.

fonte:http://kwarup.blogspot.com/2009/02/ser-resiliente.html

Notícias Espíritas...


Queridos Amigos,

Recentemente encontramos novas amizades, no estado da Paraíba, na ilustre figura de Carlos Barros, Jornalista e Editor do blog ANESPB.

(Clique na imagem para fazer uma visita)


Este blog nos traz MUITA notícia atual e importante do Movimento Espírita, não somente na Paraíba mas de todo o Brasil.

Vale a pena uma visita diária no blog do amigo Carlos para que possamos estar sempre antenados e sintonizados com o que há de mais recente no Movimento Espírita.

Ao Carlos e sua equipe Parabéns pela iniciativa e qualidade editorial do Blog. Estamos em parceria firme para divulgar cada vez mais o querido Espiritismo.

Muita Paz.

Sabedoria em gotas...


180

Há dias difíceis. Aparecem as complicações, os desentendimentos, o desespero...
Para pintar esse dia, num quadro, você usaria cores cinzentas ou negras.
Se você estiver passando por um desses dias, detenha-se por uns momentos e procure ver a Natureza ao seu redor Você notará que, apesar do negrume do seu pensamento, ela permanece inalterável e bela. Procure escutar o seu "cântico". Acalme-se. Alegre-se.


Graças à Natureza você descobrirá que a cor mais apropriada para pintar o seu dia é a que lhe dá mais alegria.

LOPES, Lourival. Gotas de Esperança. 17. ed. Brasília: Otimismo. 2005

Presença de André Luiz...


DEZ MANEIRAS DE AJUDAR COM SEGURANÇA


Não discuta.
Se você é aprendiz do Evangelho, não ignora que o Divino Mestre permanece atento, na redenção do mundo, e que devemos estar vigilantes na execução do serviço que nos compete.

Não critique.
Observemos o setor de nossas obrigações e realizemos o melhor na obra geral, usando as possibilidades ao nosso alcance.

Não reclame.
Contentarmo-nos com o ato de que servir é simples dever e quem centraliza a mente na tarefa que lhe é própria não dispõe de tempo para formular queixas inoportunas.

Não condene.
Reparemos a parte aproveitável nas situações difíceis e esqueçamos todo mal.

Não exija.
Coopere sem rogar a colaboração alheia, de vez que a responsabilidade pertence a todos e cada um de nós será examinado de acordo com as próprias obras.

Não fuja.
Jamais olvide que o problema é a lição da vida. O aluno que teme o ensinamento, descerá naturalmente à retaguarda.

Não se precipite.
Usemos a serenidade. O trabalhador que sabe aproveitar os minutos e respeitá-los, nunca sofre os castigos do tempo.

Não tema.
Quando fixamos o cérebro e o coração em Cristo somos simples agentes dEle e quem cumpre a Vontade do Mestre, não deve nem pode recear coisa alguma.

Não se engane.
Ninguém precisa aplicar os raios candentes na verdade, a propósito dos mínimos acontecimentos da vida, desfigurando a alegria que deve imperar nos domínios da sementeira e da esperança, mas não perca de vista o que é essencial ao seu progresso, à sua felicidade e à sua redenção para o grande caminho.

Não se entristeça.
Lembre-se de que o Nosso Mestre é o Salvador pela Ressurreição. Sofrimento, amargura e morte são sombras. A cruz do Amigo Divino era degrau para a Glória Celeste. Seja esse pensamento uma luz permanente em nossa alma que jamais deve abrir-se ao desânimo. A certeza de que somos os seguidores felizes do Cristo Imortal é para nós motivo de soberana resistência e de eterno júbilo.


pelo Espírito André Luiz
Do livro Cartas do coração.
Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Palestras em MP3 ...



Para melhor compreender Jesus
Apresentada na Fraternidade Espírita Missionários da Luz, Olinda, PE.

Sabedoria em gotas...


178

Todo pensamento "contra alguém" é doentio.
É assim pensar que os outros são maus. Que o detestam. Que não merecem sua amizade. Que precisam ser odiados ou enganados.
São idéias que perturbam o seu organismo. Desestabilizam você perante Deus. Apertam a sua consciência. Trazem o sofrimento.
Compreenda que eles têm necessidades semelhantes às suas. Que, no fundo, são como você. Precisam ser entendidos e amados.
Não se deixe iludir. Ninguém é mau. Se você é bom, eles também o são.
Chegar à conclusão de que ninguém é mau é medida de saúde espiritual.

LOPES, Lourival. Gotas de Esperança. 17. ed. Brasília: Otimismo. 2005

Abortamento Espontâneo...



Por que, para certas mulheres que desejam muito ser mães, ocorrem abortamentos espontâneos?

O que acontece, nesses casos, ao Espírito que se preparava para reencarnar naquele corpo que estava em formação?

Uma senhora narrou, ao jornal italiano L´aurora uma experiência muito interessante.

Ela estava grávida e feliz. Estava no quarto mês de gestação. Os exames preliminares lhe haviam anunciado o sexo da criança: seria um menino, e ela se apressara a começar chamá-lo de André.

Então, uma noite, ela sonhou que estava deitada em um leito de hospital, sem apresentar o ventre desenvolvido, próprio da gravidez.

Estranhou, pois não conseguia entender o que acontecera. Levantou-se e foi até a janela do quarto. Um jardim se descortinava abaixo e nele um garotinho lhe sorria e a saudava com sua mãozinha.

Ela o olhou e lhe disse:

Até breve, meu tesouro. O nosso é somente um até breve, não um adeus.

Despertando, poucas horas depois, Giovanna precisou ser encaminhada ao Hospital da localidade, sob ameaça de um abortamento.

A médica, auxiliada por sua equipe, se esforçou ao máximo, sem conseguir evitar o abortamento espontâneo.

Uma grande tristeza invadiu aquele coração materno, ansioso pelo nascimento de mais um filho.

Desalentada e triste, chorou até se esgotarem as lágrimas. E o sonho da noite anterior então teve sentido para si: seu filhinho viera se despedir. E ela se despedira dele.

Fora o anúncio da tristeza que estava a caminho e que invadiria aquele coração feminino.

Talvez, mais tarde, em um outro momento, ele pudesse retornar, em nova tentativa gestacional. Mesmo porque, conforme o sonho, fora uma despedida temporária.

* * *

Por que ocorrem abortos espontâneos? O Codificador da Doutrina Espírita, Allan Kardec, interessou-se pela delicada questão.

As respostas lúcidas dos Espíritos de luz se encontram em O livro dos Espíritos.

Em síntese, esclarecem os mensageiros celestes que, as mais das vezes, esses eventos espontâneos têm por causa as imperfeições da matéria.

Ou seja, as condições inadequadas do feto ou da gestante. De outras, o Espírito reencarnante, temeroso das lutas que terá que enfrentar na vida de logo mais, desiste da reencarnação, volta atrás em sua decisão.

Retirando-se o Espírito que presidia ao fenômeno reencarnatório, a criança não vinga, a gestação não chega a termo.

A gestação frustrada é dolorosa experiência para os pais e para o Espírito em processo reencarnatório.

Como não existe sofrimento sem causa anterior, chega a esses corações, como medida salutar para ajuste de débitos anteriores.

Para o Espírito que realizava a tentativa, sempre preciosa lição.

Retornará ao palco da vida terrena, após algum tempo, em novas circunstâncias.

* * *

Para quem aguarda o nascimento de um filho, se constitui em doloroso transe a frustração do processo da gestação.

De um modo geral, volta o mesmo Espírito, superadas as dificuldades, para a reencarnação.

Se forem inviáveis as condições para ser agasalhado no ventre que elege para sua mãe, engendra outras formas de chegar ao lar paterno.

É nessas circunstâncias que a adoção faz chegar a pais não biológicos o filho inestimável do coração.

Redação do Momento Espírita..
Em 09.04.2009.

Mensagens em imagens...



Feliz Páscoa a todos.

Muita Paz
(por motivo de viagem estarei fora até segunda-feira 13/04/09)

Espaço de Humberto...


O REMÉDIO OBJETIVO

Isidoro Vianna, colaborador nos serviços da caridade cristã, não obstante o devotamento com que se entregara aos princípios evangélicos torturava-se, infinitamente, ante os golpes da crítica.

Nas sessões do grupo, vivia em queixas constantes.

Tão logo se incorporava Policarpo, o benfeitor espiritual que dirigia a casa, intervinha Isidoro, reclamando:

- Irmão Policarpo, estou exausto! Que me aconselha? O mau juízo sufoca-me. Se cumpro minhas obrigações, chamam-me bajulador; se me afasto do dever durante alguns minutos, acusam-me de preguiçoso. Tomo a iniciativa do bem, declaram-me afoito, e, se aguardo a cooperação de alguém, classificam-me de tardio. Que fazer?

O mentor desencarnado contornava o problema, delicadamente, e acabava asseverando:
- O plano Terrestre, meu amigo, ainda é de enormes contrastes. A luz é combatida pelas trevas, o mal pelo bem. A hostilidade que a ignorância nos abre favorece o trabalho geral de esclarecimento. Tenhamos calma e prossigamos a serviço de Nosso Senhor, que nos ajudou até à cruz.

O companheiro choramingava e, na próxima reunião, voltava a pedir:
- Irmão Policarpo, que tentar em favor da harmonia? Minha boa-vontade é inexcedível, entretanto, como proceder ante os adversários gratuitos? O cerco dessa gente é insuportável. Não consigo caminhar em paz. Rendo culto à gentileza, abrindo o espírito à ternura dos amigos, dizem que sou explorador da confiança alheia e, se busco isolar-me, atento aos compromissos que assumi, afirmam que não passo de orgulhoso e mau irmão.

O protetor respondia tolerante:
- A tarefa, meu amigo, será mesmo assim. Quem conhece Jesus deve desculpar a leviandade daqueles que ainda não O conhecem. Aliás, a obra de evangelização das almas demanda paciência e perdão, com o sacrifício de nós mesmos. Se não nos dispusermos a sofrer, de algum modo, pela causa do bem vitorioso, quem nos libertará do mal? Tenhamos suficiente valor e imitemos o exemplo da suprema renúncia, do Mestre.

Isidoro gemia, concordando a contragosto; contudo, na semana seguinte, repisava:
- Irmão Policarpo, que será de mim? A opinião do mundo é obstáculo intransponível. Não agüento mais. Em tudo a censura castiga. Dão-se recursos materiais, contribuindo nas obras da compaixão fraternal, sou apontado por vaidoso com mania de ostentação, e, se procuro retrair-me, de alguma sorte, gritam por aí que tenho um coração empedernido e gangrenado. A incompreensão dá para enlouquecer. Como agir?

O amigo generoso replicava sereno:
- Semelhantes conflitos são injunções da luta santificante. Quem muito fala aprenderá, mais tarde, a calar-se... Não se prenda às desarmonias alheias. Ligue-se ao bem e acompanhe as sugestões mais nobres. Enquanto a imperfeição dominar as almas, a crítica será um estilete afiado convocando-nos à demonstração das mais altas virtudes. Coloque sua mente e seu coração na Vontade do Senhor e caminhe para frente. As árvores ressequidas ou estéreis jamais recebem pedradas, não têm fruto que tente os que passam. Avancemos corajosos no trabalho cristão.

Isidoro lamentava-se e o assunto transferia-se à reunião imediata.

De semana a semana, o aprendiz chorão multiplicava perguntas, até que, certa noite, agastado talvez com os incessantes apelos à serenidade que o instrutor lhe propunha, exclamou desesperado:
- O que eu desejo irmão Policarpo, é uma orientação decisiva contra os ataques indébitos. Que medida adotar para não sermos perturbados? Como anular a reprovação desalentadora? Por que processo nos livrar-nos dela?

Como furtar-nos ao remoque, à deturpação, à maldade?

O benfeitor espiritual sorriu magnânimo, e acentuou:
- Ah! Já sei... Você pede um remédio objetivo...

- Isto mesmo! -tornou Isidoro, ansioso.

- Pois bem - concluiu o amigo espiritual, benevolente-, a única medida aconselhável é a paralisia da consciência. Tome meio quilo de anestésicos por dia, descanse o corpo em poltronas e leitos, durma o resto da existência, despreocupe-se de todos os deveres, fuja à aspiração de elevar-se, resigne-se à própria ignorância e cole-se a ela, tanto quanto a ostra se agarra ao penedo, e, desde que você se faça completamente inútil, por mais nada fazer, a crítica baterá em retirada. Experimente e verá.

Isidoro escutou a estranha fórmula, de olhos arregalados e, daí em diante, começou a servir sem perguntar.



pelo Espírito Irmão X
Do livro: Contos e Apólogos
Médium: Francisco Cândido Xavier.

Presença de André Luiz...


PENSE E ANOTE

Se a cólera está alcançando você, reserve algum canto do cérebro em que você consiga pensar.

Qualquer raciocínio rápido lhe trará serenidade para reconhecer a inconveniência da irritação.

Se você pode refletir, perceberá de pronto, que ante a pessoa capaz de desequilibrar-lhe os sentimentos, a possibilidade de auxiliar com mais segurança, está do seu lado.

Se alguém lhe trouxe prejuízos, este alguém começou por lesar a si mesmo.

Se você sofre agressão, o ofensor realmente não sabe que débitos contraiu com isso, sem que haja necessidade de se lhe agravar a situação.

Azedume é ambiente para perturbação e enfermidade.

Raiva, em muitos casos, é ponto de apoio a processos obsessivos.

Intemperança mental é um espetáculo de fraqueza.

A raiva diminuirá ou extinguirá os seus créditos de confiança.

Em qualquer ocorrência desagradável, pense e acalme-se porque a cólera não auxilia ninguém.


pelo Espírito André Luiz - Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

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Parabéns Chico.
(02/04/1910 - 30/06/2002)

Feliz aniversário.
Muito obrigado por tudo!!!

Problemas do mundo...


O mundo está repleto de ouro.
Ouro no solo, ouro no mar, ouro nos cofres.
Mas o ouro não resolve o problema da miséria.

O mundo está repleto de espaço.
Espaço nos continentes, espaço nas cidades, espaços nos campos.
Mas o espaço não resolve o problema da cobiça.

O mundo está repleto de cultura.
Cultura no ensino, cultura na técnica, cultura na opinião.
Mas a cultura da inteligência não resolve o problema do egoismo.

O mundo está repleto de teorias.
Teorias na ciência, teorias nas escolas filosóficas, teorias nas religiões.
Mas as teorias não resolvem o problema do desespero.

O mundo está repleto de organizações.
Organizações administrativas, econômicas e sociais.
Mas as organizações não reslovem o problema do crime.


Para extinguir a chaga da ignorância, que acalenta a miséria; para dissipar a sombra da cobiça que gera a ilusão; para exterminar o monstro do egoísmo que promove a loucura, e para remover o charco do crime, que carreia o infortúnio, o único remédio eficiente é o Evangelho de Jesus no coração humano.

Sejamos, assim, valorosos, estendendo a Doutrina que o desentranha da letra, na construção da Humanidade Nova, irradiando a influência e a inspiração do Divino Mestre, pela emoção e pela idéia, pela diretriz e pela conduta, pela palavra e pelo exemplo, e, parafraseando o conceito inolvidável de Allan Kardec, em torno da caridade, proclamemos aos problemas do mundo: "Fora do Cristo não há solução".

Bezerra de Menezes

(Psicografia recebida por Chico Xavier, em 25/03/1974)

Apenas um voltou...



Explicar as parábolas de Jesus, para crianças, requer arte nas palavras, requer linguagem própria e muito cuidado.

Recentemente, encontramos texto com tal iniciativa nobre, que alcança o seu objetivo com muita propriedade.

Diz assim:

Certa vez Jesus andava pelo caminho, quando uns homens se aproximaram Dele.

Aqueles homens estavam doentes. Eles eram vítimas de hanseníase, uma terrível doença de pele, na época, chamada lepra.

Naquele tempo, não havia tratamento para esse tipo de doença e as pessoas que ficavam enfermas eram retiradas da cidade, e tinham que ficar longe de suas famílias, de sua casa.

Quando alguém se aproximasse, elas deveriam gritar bem alto: “Imundo, imundo...”, que quer dizer “sujo, impuro”, para que as pessoas se afastassem.

Já pensou que vida triste? Não poder abraçar seus pais e amigos, dormir em sua cama confortável e ter de viver isolado de todo mundo?... Pois é... Aqueles homens viviam assim.

Mas eles ouviram falar de Jesus, e esperavam ansiosamente o dia em que pudessem encontrá-Lo.

Quando ouviram dizer que Jesus se aproximava, não ligaram para as regras nem para os homens, e correram até o Mestre.

Eles sabiam que Jesus tinha o poder de curar os doentes e sarar suas feridas. Eles sabiam que Jesus era amoroso e bom.

Ao se aproximarem daquele Homem de semblante tranquilo, se ajoelharam e falaram bem alto: “Senhor, cura-nos!”

Jesus ficou muito comovido ao ver aqueles homens, pois o Senhor conhece nosso coração e nossos sentimentos.

Ele sabia o quanto eles eram infelizes. Então Jesus ordenou que fossem curados e a doença imediatamente desapareceu.

Aquela pele machucada e cheia de cicatrizes foi transformada em uma pele lisinha e limpa igual à pele de uma criança.

Os homens ficaram tão felizes que começaram a se abraçar e pular de felicidade.

* * *

O que você faria se acontecesse um milagre assim em sua vida? Você sairia correndo para comemorar? Você iria correndo agradecer a Jesus?

Pois é. Nove homens pensaram da primeira forma, nem se lembraram de agradecer ao Mestre. Só um voltou correndo, ajoelhou-se diante de Jesus e agradeceu tão grande amor.

* * *

Podemos refletir sobre a mesma questão proposta à alma infantil: como temos agido em nossos dias, perante os tantos gestos de carinho que recebemos?

Desde a ajuda mais simples, os pequenos favores e cortesias às grandes dádivas que recebemos, como a saúde, o corpo perfeito ou não, a oportunidade da vida.

Será que estamos nos comportando como os nove que nem sequer voltaram para um simples agradecimento? Ou já conseguimos valorizar tudo o que recebemos, e cultivamos em nós a virtude da gratidão?


Se pararmos para pensar, perceberemos que são tantas coisas para agradecer!

Tantas coisas, que talvez, se as percebêssemos mais frequentemente, teríamos menos espaço nos pensamentos para as reclamações, as queixas, as tristezas.


Reflitamos se estamos sendo suficientemente gratos em nossas vidas...


Redação do Momento Espírita.
Em 01.04.2009.

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