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Programa Fonte de Luz:


29/08/09 - O caminho para vencer as influências negativas e nossos defeitos internos

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A que remove montanhas

Presença de André Luiz...


EM ESPIRITISMO

Quando alguém começa a crer, está modificando a própria vida.

Quando começa a pedir, está melhorando a posição íntima.

Quando começa a estudar, está entesourando conhecimento.

Quando começa a lutar dignamente, através da dor bem compreendida e da dificuldade bem interpretada, está resgatando o pretérito ou crescendo em sabedoria e amor, à frente do futuro.

Quando começa a reconfortar-se, está descansando.

Quando começa a contemplar as imperfeições que transporta consigo, está adquirindo mais luz.

Quando começa a doutrinar, está aumentando a responsabilidade.

Quando começa a ajudar aos outros, desculpando e amando, está entendendo a glória do dever que lhe cabe.

Quando começa a orar, confiando no Senhor e em si mesmo, está multiplicando portas de acesso ao Plano Superior.

Mas quando começa a trabalhar e servir, sem idéia de recompensa e sem preocupação de fadiga, colocando-se por centro da luta redentora, usando possibilidades e esperanças, suor e lágrimas de si próprio, para que o Evangelho Redivivo faça templo de luz em seu coração, agindo, sem apego e sem egoísmo, sem o personalismo contundente e sem a discórdia intempestiva, em favor do aperfeiçoamento de todos, pela melhoria e elevação de si mesmo, então estará alcançando o roteiro do Cristo, respirando nas sombras da carne, mas integrando-se com a Vida Sublime, contribuindo e mentalizando em plena Luz imortal.

pelo Espírito André Luiz
Do livro: Nosso Livro
Médium: Francisco Cândido Xavier

Sobre a impaciência...



Prezados amigos, bom dia.

Em um fórum que participo sairam algumas colocações sobre a impaciência em nosso dia-a-dia; como forma de "teste" para que vençamos os nossos defeitos e, quando não conseguimos e perdemos a calma, nos sentimos culpados.

Porém antes de nos sentirmos culpados precisamos compreender que a impaciência, assim como todos os outros defeitos que temos, faz parte do pacote que é ser um espírito "simples e ignrante buscando a perfeição".

A prática do auto-perdão é o comportamento ideal para não nos culparmos pelos nossos erros e falhas e seguirmos em frente, evitando a culpa que paralisa.

Este comportamento, porém, somente poderá chegar quando acompanhado de mais alguns amigos: o conhecimento, a compreensão e o esforço.

Conhecimento de nossas limitações e possibilidades através da busca do auto-conhecimento; verificar ao final do dia o que fizemos, onde erramos e onde acertamos; olhar no espelho de nossas almas e identificar os nossos defeitos e qualidades; é um processo difícil e penoso; mas que vale a pena tentar iniciar.

Compreensão que somos humanos e espíritos em crescimento, por isso é natural que erremos e que percamos a paciência, a compostura e até o amor diversas vezes em nossas existências; percebendo que "natural" não quer dizer "correto". São duas propostas diferentes de comportamento. Os que acham natural compreendem que erraram e tentam corrigir o erro; os que acham correto continuam no erro, percebem? Conheço muitos companheiros de Doutrina que dizem "os defeitos não podem ser vencidos todos de uma vez" e ficam onde estão sem buscar se melhorar, utilizando isto como desculpismo.

Esforço para tentar vencer as nossas defecções da melhor maneira possível e sempre que pudermos; se cairmos novamente não há problema, levantamos e seguimos em frente, nos esforçando para "vencer as nossas más inclinações e sermos hoje melhores que ontem e amanhã melhores que hoje". O esforço na modificação íntima é a força necessária para que o auto-perdão funcione.



Somente podemos nos perdoar quando percebemos que, mesmo errando, estamos seguindo o caminho que leva ao melhor; e normalmente este caminho é formado por pedras e quedas (familiares, amigos, tentações, problemas, dores, etc).

Aí, com esta equipe em nossos pensamentos, podemo seguir o nosso caminho em busca da verdade, que um dia nos libertará de nossos erros e sofrimentos.

Muita Paz


Convite...


Perguntas dos amigos...


Queridos amigos, bom dia.

Recebemos através do nosso formulário "Entre em contato" a pergunta mostrada logo abaixo:

"Gostaria de saber porque eu sonhei e quando acordei o que eu estava sonhando estava realmente acontecendo,...isso me entriga,outras coisas tambem já me aconteceram a respeito disso"

Segue abaixo a resposta que enviamos à pessoa:

------

_____________, bom dia.

Cada coisa que acontece tem sua explicação e um motivo de ser; estes processos de sono e sonhos são verificados por kardec nas perguntas 400 a 418 de O livro dos espíritos, vale a pena ler e estudar.

Uma coisa é certa: quando dormimos o nosso espírito de desliga parcialmente do nosso corpo (processo chamado desdobramento) e pode se deslocar par outros locais, entrar em contato com outros espíritos encarnados ou desencarnados e, por consequencia, também acompanhar fatos e acontecimentos que estejam ocorrendo em tempo real, enquanto o nosso corpo dorme.

Não é comum o fato de lembrarmos nitidamente dos eventos vivenciados nestes desdobramentos, no mais das vezes ficamos apenas com algumas recordações confusas ou com alguma sensação interna de lembrança.

Se no fato que você narra houve a possibilidade de você lembrar nitidamente e verificar que era o que estava acontecento, isto pode se dar por alguns fatores, entre eles:
- permissão da espiritualidade maior para que você lembrasse com algum motivo específico para esta lembrança;
- o fato marcou demais a sua psique e foi mais forte que a "dormencia" do sono e permaneceu vivo em suas lembranças;
- você estava envolvida demais emocionalmente/psicologicamente/fisicamente com o fato e por isto guardou tão forte recordação;
- necessidade de tomar alguma decisão ou atitude após o ocorrido e por isso a lembrança permaneceu, para dar base ao que haveria de ocorrer; entre outros.

De qualquer forma não se preocupe porque não é nada anormal nem que traga motivos de preocupação.

Posso então dizer que o fato de vivenciar em sonhos fatos que aconteceram na realidade apenas indica que o seu espírito estava realmente presente na hora, provavelmente desdobrado; Já dos fatos vivenciados e lembrados não posso opinar.

Espero ter sido de alguma valia.

Muita Paz.

Lei de atração...


Nasceste no lar que precisava,
Vestistes o corpo físico que merecias,
Moras onde melhor Deus te proporcionou,
De acordo com o teu adiantamento.

Possuis os recursos financeiros coerentes
Com as tuas necessidades, nem mais nem menos, mas o justo para as tuas lutas terrenas.

Teu ambiente de trabalho é o que elegeste espontaneamente para a tua realização.
Teus parentes, amigos são almas que atraíste, com tua própria afinidade.

Portanto, teu destino está constantemente sob teu controle.

Tu escolhes, recolhes, eleges, atrais, buscas, expulsas, modificas tudo aquilo que te rodeia a existência.

Teus pensamentos e vontade são a chave de teus atos e atitudes.
São as fontes de atração e repulsão na tua jornada vivência.
Não reclames nem te faças de vítima.

Antes de tudo, analisa e observa. A mudança está em tuas mãos.
Reprograma a tua meta. Busca o bem e viverás melhor.

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo,
Qualquer um pode Começar agora e fazer um Novo Fim.


Francisco Cândido Xavier

Na educação de nossos filhos...


MENSAGEM À FAMÍLIA.


Na educação de nossos filhos
Todo exagero é negativo.
Responda-lhe, não o instrua.
Proteja-o, não o cubra.
Ajude-o, não o substitua.
Abrigue-o, não o esconda.
Ame-o, não o idolatre.
Acompanhe-o, não o leve.
Mostre-lhe o perigo, não o atemorize.
Inclua-o, não o isole.
Alimente suas esperanças, não as descarte.
Não exija que seja o melhor, peça-lhe para ser bom e dê exemplo.
Não o mime em demasia, rodeie-o de amor.
Não o mande estudar, prepare-lhe um clima de estudo.
Não fabrique um castelo para ele, vivam todos com naturalidade.
Não lhe ensine a ser, seja você como quer que ele seja.
Não lhe dedique a vida, vivam todos.
Lembre-se de que seu filho não o escuta, ele o olha.
E, finalmente, quando a gaiola do canário se quebrar, não compre outra...
Ensina-lhe a viver sem portas.

Eugênia Puebla

Pacificar...


Não perturbe. Tranqüilize.

Não grite. Converse.

Não critique. Auxilie.

Não acuse. Ampare.

Não se irrite. Sorria.

Não fira. Balsamize.

Não se queixe. Compreenda.

Não condene. Abençoe.

Não exija. Sirva.

Não destrua. Edifique.

Recorde: a Humanidade é uma coleção de grupos e a paz do grupo de corações a que pertencemos começa de nós.


pelo Espírito André Luiz
Do livro: Respostas da Vida
Médium: Francisco Cândido Xavier..

Do perdão e do perdoar...


A grande maioria de nós, humanos, temos a convicção íntima que não é fácil perdoar; mesmo que nos esforcemos e tentemos realizar o ato supremo de amor e caridade indicado por Jesus quando proferiu as palavras eternas "Amai aos que vos odeiam, perdoai os que vos tem ofendido, orai pelos que vos perseguem e caluniam"(Mt 5:44).

Talvez o grande impacto em nossas mentes seja o fato do Mestre haver utilizado a palavra "amar"; pois em nosso íntimo não compreendemos como podemos amar às pessoas que nos odeiam ou que nos maltratam.


É fácil amar a um filho(a), companheiro(a), familiar e até àqueles que são agradáveis a nós; mas amar a um inimigo é, dentro de nossas convicções, ainda impraticável.

Grande parte desta distonia entre o que devemos e o que achamos que podemos fazer talvez se deva a um problema de compreensão da palavra "amor".

No mais das vezes compreendemos o amor como um sentimento; porque que vivemos o amor(ou suas variações) por outras pessoas que nos são agradáveis e então criamos o paradigma que amor está necessariamente vinculado a sentimento.

A moderna psicologia, bem como os grandes estudiosos do comportamento, trazem uma nova visão quanto a este fenômeno - o amor.

Hoje os melhores especialistas traduzem o amor como um comportamento, e não apenas como um sentimento.

Esta afirmação pode até causar um certo incômodo e espanto na maioria de nós; porém se fizermos uma análise veremos que tem um grande sentido. Quando amamos a uma determinada pessoa - vivendo o sentimento do amor - nós praticamos o ato de amar; em palavras mais diretas: temos o cuidado de não fazer coisas que machucam, a sensibilidade de compreender seus erros, a benevolência de dividir nossas coisas, a caridade de fazer o melhor que podemos a toda hora, etc.

Assim acabamos por perceber que temos total controle sobre as escolhas que fazemos quando agimos com amor - amor neste caso é escolha de comportamento, de maneira de ser - e não apenas um sentimento, pois sobre os sentimentos nós não temos poder de controle.

A escolha de amar vai, por consequência, gerar o sentimento de amor que nos vinculará afetivamente às pessoas que nos são agradáveis

O sentimento tem, por assim dizer, vida própria. Para compreender melhor notemos que quanto estou apaixonado(sentimento do desejo e atração) e meu "amor" não é correspondido eu sofro por não ter controle para deixar de desejar àquela pessoa; Eu não consigo simplesmente deixar de sentir o que sinto, assim como não consigo também controlar os sentimentos de raiva, tristeza, frustração, ansiedade etc.

Já o comportamento é escolha minha; percebamos que mesmo quando eu não sou correspondido eu posso escolher me afastar daquele alguém ou direcionar a minha atenção para outro pólo; e a repetição contínua deste comportamento vai gerar um hábito, que no mais das vezes vai sobrepujar o sentimento, nos tornando melhores (quando criamos hábitos tendo em vista vencer nossos defeitos).

Voltando então a Jesus, é sobre isso que ele fala quando nos convida a "amar" os inimigos - Não de sentir o amor por quem não gostamos (isso é impossível) - mas de não viver aquele desamor e agir com amor para com ele: Não desejar o mal, não agir com raiva ou grosseria, não buscar prejudicar a pessoa, em palavras simples: não se vigar.

Assim fica fácil compreender o que Jesus queria dizer com esta palavra "amar" e fica mais claro o caminho que leva a esta atitude, não acham?

Entendendo o amor como um comportamento percebemos que o perdão também deve ser algo assim, pois o amor e o perdão sempre andam lado a lado.

Quando estou em palestras eu costumo dizer brincando que perdoar não é esquecer; quem esquece tem amnésia ou alzheimer...

É humanamente impossível esquecer que alguém me fez mal, ou o mal que alguém me fez.

Façamos uma rápida análise tomando como exemplo o caso de uma pessoa que tenha perdido alguém querido nas mãos de uma pessoa envolvida com o crime ou drogas; é perfeitamente normal e natural que se tenha sentimentos como revolta, ódio, raiva, frustração, dor, etc. A grande pergunta vem agora: como aprender a perdoar neste caso?

O perdão esquecimento é praticamente impossível em uma ocasião destas; mas o perdão comportamento já não o é.

Para que possamos utilizar o perdão comportamento temos que partir de uma capacidade que todos temos, mas poucas vezes queremos utilizar - a compreensão. Normalmente somente compreendemos o que nos é mais agradável e relegamos ao não esforço a compreensão do que nos desagrada; deixamos então os sentimentos agirem e tomamos muitas vezes decisões que geram arrependimentos futuros.


Perdoar não é fácil; mas com o auxílio da compreensão temos a ferramenta certa para abrirmos as portas de um comportamento de perdão.

Partindo do caso acima mencionado vimos que é normal o sentimento negativo em relação ao autor do crime; porém se pararmos para refletir internamente e formos em busca pelo real fato motivador do ocorrido, veremos que: o criminoso é fruto de um meio social violento e desumano, sua família(quando existe) é provavelmente desajustada, sofreu desde criança o assédio e a influencia de ver o crime como única forma de garantir o que a sociedade mais preza: dinheiro e poder; assumiu um papel de inflingir violência e dor como defesa contra o meio em que vive; não tem um apoio das instituições públicas no tocante a emprego/moradia/saúde e principalmente educação, etc.

Assim analizando, quando buscamos às raizes deste problema e imaginamos o que nós faríamos se vivêssemos esta mesma situação - aplicando a máxima do Cristo: "ao próximo como a tí mesmo" - a que conclusão chegaríamos?

Independente de colocações sociais,políticas ou religiosas, Eu sou sincero em dizer que, muito provavelmente, eu faria o mesmo que ele faz.

Assim, colocando-se no lugar do malfeitor e entendendo todo um contexto que gera o fato, na maioria das vezes nós poderemos - não esquecer o que houve - mas compreender o nosso irmão que erra e utilizarmos de um comportamento de perdão para com ele; buscando que a sociedade ofereça a estas pessoas recuperação e não punição, orientação e não alienação, comportamentos de amparo e não de destruição.

Não é fácil, e no mais das vezes nós ainda nem temos capacidade de tentar fazer isso, devido ao nosso atual estágio evolutivo; mas é o caminho para aprender a perdoar e a seguir os ensinamentos de Jesus.


Nos esforcemos por compreender e aprender a viver estes ensinamentos, seguindo o caminho que leva à evolução íntima; e sejamos nós todos as candeias (ou pessoas-candeia) - que o mestre falava - que do alto do velador servem de exemplo para os que as rodeiam.

Muita Paz a todos.

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"Conhece-te a ti mesmo e conhecerás o mundo"

O que queremos e o que fazemos para conseguir...



Estava agora há pouco parado olhando para o computador quando de repente, saída do nada, veio aquela vontade de escrever algo.

Ultimamente tenho ido a alguns lugares e cidades diferentes da minha e percebido na maioria das vezes que as pessoas buscam as soluções mais práticas para os seus problemas, sem buscarem os caminhos que levam a elas.

Querem o dinheiro para pagar as dívidas mas não desejam trabalhar por ele.

Querem comida para aplacar a fome mas não querem plantar ou criar nada, nem merecer o alimento pelo suor do rosto.

Querem alguém que as ame incondicionalmente e que ceda aos seus desejos, sem que tenham que ter compromisso com estas pessoas, podendo descartá-las quando desejarem.

Querem os louros das vitórias e o merecimento dos justos, sem se esforçarem para conseguir.

Na casa Espírita não é diferente:
Desejamos participar de um trabalho de assistencia social mas não queremos sair de casa no domingo pela manhã;

Queremos ajudar na sopa ou no pão, sem termos que sair às ruas para socorrer quem precisa;

Ansiamos por uma vaga na equipe mediúnica, sem estarmos dispostos a estudarmos a mediunidade ou a deixar de lado alguns prazeres que não são compatíveis com tal decisão;

Desejamos nos comunicar com os espíritos, mas não desejamos estudar o espiritismo que torna tudo isso possível e abre nossas mentes para novas verdades; entre outros.

Durante sua pregação breve (de poucos anos) o Nosso Mestre nos ensina que toda colheita vem de um plantio. Que ao que bate: a porta se abre; e que ao que busca: encontra... ele explicita claramente que é necessária a ação para que exista uma reação, falando em termos da física; ou em termos de espiritismo uma causa para que aconteça um efeito.

Para todos nós que buscamos melhorar através da prática e/ou comparecimento constante de uma religião, qualquer religião, é muito importante, do meu ponto de vista, que tenhamos sempre em mente alguns aspectos:

- se buscamos um grupo para caminharmos juntos é porque reconhecemos que, no mais das vezes, não temos a força suficiente para caminhar sós; e que se estivermos acompanhados é muito mais difícil de cairmos nos tropeços ou pisarmos nos espinhos do caminho.

- A religião que buscamos deve representar o que nós realmente acreditamos, ou tentamos acreditar, uma vez que, se a orientação for contrária aos meus conceitos pessoais, em muitas vezes me verei desestimulado a seguir com aquele trabalho e muitas outras estarei com o pensamento vagando ao longe, enquanto poderia estar presente.

- É necessária a compreensão, senão total, mas pelo menos da maior parte das premissas religiosas que venha a defender, para que quando conversar comigo mesmo(questionando-me), ou com outros, tenha uma base sólida em meus conhecimentos que me permita expor minhas convicções com clareza e segurança.

- O fato de comparecer aos compromissos religiosos frequentemente e de participar de reuniões e de encontros promovidos pelo grupo a que pertença não vai significar nada se este mesmo compromisso não for seguido pelo desejo real de viver as orientações do Mestre com o meu comportamento integral, me esforçando para vencer os impulsos negativos que assolam minha mente e meus pensamentos.

- A luz que brilha dos ensinos de Jesus, a força que vem da oração contínua e do jejum das más tendencias é o caminho seguro a seguir nesta caminhada rumo ao aperfeiçoamento de nós mesmos, então não deve ser deixada para amanhã ou depois... o tempo é agora!

Assim, finalizo este breve comentário com a observação que a vida sempre nos trará cada vez mais daquilo que doamos de nós mesmos; já dizia jesus: Se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz. Se forem maus, quão grandes serão as trevas que haverão em ti. O modo como observamos as coisas com maledicencia ou bondade, inveja ou gratidão, orgulho ou humildade, mentira ou verdade; isso vai sempre influenciar o modo como vivemos e como seremos.



Busquemos ser sempre verdadeiros e compromissados com o Amor do Cristo, porque mesmo nenhum de nós sendo perfeito, podemos sempre nos esforçar para sermos hoje melhores que ontem; o que nos falta, no mais das vezes, é a coragem de mudar e a força de vontade para agir.

Muita paz.

Espaço de Humberto...


PUREZA EM BRANCO


Quando Anésio Fraga deixou o corpo físico, ele, que fora sempre considerado puro entre os homens, atingiu a Fronteira do Mundo Espiritual à semelhança de um lírio, tal a brancura de sua bela vestimenta.

Pretendia viver nas Esferas Superiores, respirar o clima dos anjos, alçar-se às estrelas e comungar a presença do Cristo – explicou ao agente espiritual que atendia ao policiamento da passagem para os excelsos Planos da Espiritualidade.

O zeloso funcionário, contudo, embora demonstrasse profundo respeito para com a sua apresentação, submeteu-o a longo teste, findo o qual, não obstante desapontado, explicou que lhe não seria possível avançar.

Faltavam-lhe requisitos para maior ascensão.

– Eu? eu? – gaguejou Anésio, aflito. – Como pode ser isso? Fui na Terra um homem que observou todas as regras do Santo Caminho.

– Apesar de tudo... – falou o fiscal, reticencioso.

– Não me conformo, não me conformo! – reclamou o candidato à glória divina.

E sacando do bolso uma lista, exclamou agastado:

– Pensando na hipótese de alguma desconsideração, resumi em dez itens o meu procedimento irrepreensível no mundo.

E leu para o benfeitor calmo e atento:

– Respeitei todas as religiões.
– Cultivei o dom da prece.
– Acreditei no poder da caridade.
– Nunca aborreci os meus semelhantes.
– Confiei sempre no melhor.
– Calei toda palavra ofensiva ou desrespeitosa.
– Calculei todos os meus passos.
– Jamais procurei os defeitos do próximo.
– Evitei o contacto com todas as pessoas viciadas.
– Vivi em minha casa preocupado em não ser percalço na estrada alheia.

O mordomo da Grande Porta, no entanto, sorriu e comentou :

– Fraga, você leu as afirmações, esquecendo as demonstrações.

– Como assim ?

O amigo paciente apanhou uma ficha e esclareceu que o Plano Espiritual possuía também apontamentos para confronto e solicitou-lhe a releitura da lista.

Principiou Anésio:

– Respeitei todas as religiões...

E o examinador acentuou, conferindo as anotações :

– Mas não serviu a nenhuma.

– Cultivei o dom da prece...

– Somente em seu próprio favor.

– Acreditei no poder da caridade...

– Todavia, não a praticou.

– Nunca aborreci os meus semelhantes...

– Entretanto, não auxiliou a quem quer que fosse.

– Confiei sempre no melhor...

– Mas apenas em seu benefício.

– Calei toda palavra ofensiva ou desrespeitosa...

– Não se lembrou, porém, de falar aquelas que pudessem amparar os necessitados de consolo e esperança.

– Calculei todos os meus passos...

– Para não ser molestado.

– Jamais procurei os defeitos do próximo...

– Contudo, não lhe aproveitou os bons exemplos.

– Evitei o contacto com todas as pessoas viciadas...

– Atendendo ao comodismo.

– Vivi em minha casa preocupado em não ser percalço na estrada alheia...

– Simplesmente para não ser chamado a tarefas de auxílio...

Anésio, desencantado, silenciou, mas o benfeitor esclareceu, sem afetação :

– Meu amigo, meu amigo! não basta fugir ao mal. É preciso fazer o bem. Você movimenta-se em branco, veste-se em branco, calça em branco e brilha em branco, mas a sua existência na Terra passou igualmente em branco... Volte e viva!

Angustiado, Anésio perdeu o próprio equilíbrio e rolou da Altura na direção da Terra...



pelo Espírito Irmão X - Do livro: Contos Desta e Doutra Vida, Médium: Francisco Cândido Xavier.

Palestras em MP3 ...


Seminário:
Homossexualidade na visão Espírita

Proferida no Núcleo de Estudos Espíritas Mensageiros da Paz - Água Preta - PE




Mediunidade - Observações
Proferida no Grupo Espírita Obreiros da Caridade - Palmares - PE

Programas de Rádio ...




Programa Fonte de Luz:


15/08/09 - Cristo e a busca de todos nós

Escute estes e outros programas online em:
http://www.radiobomespirito.com/programa.html

Convite...


Convidamos todos a participar do seminário



A Homossexualidade na Visão Espírita


A ser realizado na cidade de Água Preta, dia 16/08/09, das 14:00h às17:00h no auditório da Secretaria de Agricultura

Palestrantes:


João Batista Sobrinho

Tema: Homossexualidade na visão Espírita


Jefferson Morais

Tema: O Médium e o Sexo

Yul Aristóteles

Tema: As Questões Jurídicas das Uniões Homossexuais


Contamos com a presença de todos para juntos adquirirmos novos esclarecimentos quanto a este tão discutido assunto.


Muita Paz

João Batista Sobrinho

www.bomespirito.com


A lição do essencial...



Discorriam os discípulos, entre si, quanto às coisas essenciais ao bem-estar, quando o Senhor, assumindo a direção dos pensamentos em dissonância, acrescentou:

— É indispensável que a criatura entenda a própria felicidade para que se não transforme, ao perdê-la, em triste fantasma da lamentação.

Longe das verdades mais simples da Natureza, mergulha-se o homem na onda pesada de fantasiosos artifícios, exterminando o tempo e a vida, através de inquietações desnecessárias.

E como quem recordava incidente adequado ao assunto, interrompeu-se por alguns instantes e retomou a palavra, comentando: — Ilustre dama romana, em companhia dum filhinho de cinco anos, dirigia-se da cidade dos Césares para Esmirna, em luxuosa galera de sua pátria.


Ao penetrar na embarcação, fizera-se acompanhar de dois escravos, carregados de volumosa bagagem de jóias diferentes: colares e camafeus, braceletes e redes de ouro, adornados com pedrarias, revelavam-lhe a predileção pelos enfeites raros.

Todo o pessoal de serviço inclinou-se, com respeito, ao vê-la passar, tão elevada era a expressão do tesouro que trazia para bordo.

Tão logo se fez o barco ao mar alto, a distinta senhora converteu-se no centro das atenções gerais.

Nas festas de cordialidade era o objetivo de todos os interesses pelos adornos brilhantes com que se apresentava.

A excursão prosseguia tranqüila, quando, em certa manhã ensolarada, apareceu o imprevisto.

O choque em traiçoeiro recife abre extensa brecha na galera e as águas a invadem.

Longas horas de luta surgem com a expectativa de refazimento; entretanto, um abalo mais forte leva o navio a posição irremediável e alguns botes descidos são colocados à disposição dos viajantes para os trabalhos de salvamento possível.

A ilustre patrícia é chamada à pressa.

O comandante calcula a chegada a porto próximo em dois dias de viagem arriscada, na hipótese de ventos favoráveis.

A jovem matrona abraça o filhinho, esperançosa e aflita.

Dentro em pouco ela atinge o pequeno barco de socorro, sustentando a criança e pequeno pacote em que os companheiros julgaram trouxesse as jóias mais valiosas.

Todavia, apresentando o conteúdo aos poucos irmãos de infortúnio que seguiriam junto dela, exclamou:


— “Meu filho é o que possuo de mais precioso e aqui tenho o que considero de mais útil”.

O insignificante volume continha dois pães e dez figos maduros, com os quais se alimentou a reduzida comunidade de náufragos, durante as horas aflitivas que os separavam da terra firme.

O Mestre repousou, por alguns segundos, e acrescentou: — A felicidade real não se fundamenta em riquezas transitórias, porque, um dia sempre chega em que o homem é constrangido a separar-se dos bens exteriores mais queridos ao coração.

Os loucos se apegam a terras e moinhos, moedas e honras, vinhos e prazeres, como se nunca devessem acertar contas com a morte.

O espírito prudente, porém, não desconhece que todos os patrimônios do mundo devem ser usados para nosso enriquecimento na virtude e que as bênçãos mais simples da Natureza são as bases de nossa tranqüilidade essencial.

Procuremos, pois, o Reino de Deus e sua justiça, tomando à Terra o estritamente necessário à manutenção da vida física e todas as alegrias ser-nos-ão acrescentadas.


pelo Espírito Neio Lúcio
Do Livro: Jesus no Lar
Médium: Francisco Cândido Xavier.

Quando deixei de ver a lua...


Num final de noite frio, de noite estrelada, um homem dirige seu carro pelas ruas da cidade.
No banco de trás ele carrega um tesouro: seu filhinho de 2 anos de idade.
Parados no semáforo, ele observa que o filho está com o olhar fixado no alto, longe, para fora da janela.
Uma luz azul suave adentra o veículo, iluminando o rosto da criança, proporcionando uma beleza sem igual para o pai apaixonado.
Então, com aquela voz tenra, a voz pequena da descoberta das primeiras palavras, o filho diz: lua.
Sim, é mesmo! – diz o pai. É a lua! Que linda é a lua, não é, meu filho?
A criança nada responde, e continua observando, encantada, o satélite natural da Terra.
As crianças sabem que o belo precisa ser contemplado, e que qualquer palavra é pequena e insuficiente para descrevê-lo.
Após isto, o pai torna o olhar para fora também, e consegue observar a maravilha de uma noite enluarada de outono.
Consigo então pensa: Quando deixei de ver a lua?...
Lembrou-se que fazia muito tempo, desde a última vez que pôde contemplar o fulgurante brilho lunar.
Será que me esqueci da lua?... Ela certamente não esqueceu de mim, pois há pouco conversava com meu filho, em pensamento...


Os dias tumultuosos; os muitos afazeres; as preocupações. Tudo isso pode nos fazer perder um pouco o contato com a natureza, e com as coisas simples da vida.
Começa o ano, quando vemos já é março, já é junho... E nesse tempo todo – pois é muito tempo – não pudemos ver o céu estrelado, um pôr do sol, ouvir um pássaro cantar...
Faltou tempo, alegamos, quando na verdade faltou oportunidade. E quem é capaz de criar tais oportunidades? Somos nós apenas, ninguém mais.
O contato com a natureza nos renova as forças, nos proporciona momentos de reflexão, de pensamentos mais leves, despretensiosos até...
Tudo isso faz bem à alma e ao corpo. O ser humano precisa recarregar suas energias, constantemente, e Deus nos deu diversas fontes inesgotáveis de tais recursos.
Uma volta na quadra a passos lentos; um piquenique sem hora para começar ou terminar; alguns minutos de brincadeira com os filhos...
Um jantar surpresa, a dois; uma visita a alguém querido; um final de semana sem TV ou Internet...
Não podemos nos deixar ser simplesmente consumidos, pelo mundo moderno e suas neuroses atuais.
A vida é muito mais que acordar, trabalhar, alimentar-se, usufruir de pequenos prazeres, dormir...
Estamos aqui, na Terra, com objetivos muito claros e nobres. Estamos aqui para crescer, para nos transformar em pessoas de bem através do amor.
Se nos esquecemos disso passamos a ser espécies de zumbis sociáveis, afogados em mil afazeres, sempre fazendo algo – sem tempo para nada – mas, vazios, tristes, depressivos.
Assim, não deixe de ver a lua, de notar as estrelas, e de se maravilhar com elas.
Não deixe de estar de corpo e alma com quem você ama; não deixe de observar a natureza, e escutar o que ela sempre tem a lhe dizer.

Redação do Momento Espírita.
Em 12.08.2009.

Paz em ti...


Se acreditas no bem
E busca praticá-lo ...

Se não guardas rancor
Contra ninguém ...

Se amas o próximo
Sem nada exigir ...

Se anseias corrigir
Os teus próprios defeitos ...

Se procuras trilhar
Nas pegadas do Cristo ...

É provável que sofras,
No entanto, a paz, será sempre contigo.



Espírito Irmão José
Do livro: Crer e Agir
Médiuns: Francisco Cândido Xavier e Carlos A. Bacelli

Emmanuel conosco...


MÃOS LIMPAS

"E Deus pelas mãos de Paulo fazia maravilhas extraordinárias." - (Atos, 19:11)


O Evangelho não nos diz que Paulo de Tarso fazia maravilhas, mas que Deus operava maravilhas extraordinárias por intermédio das mão dele.

O Pai fará sempre o mesmo, utilizando todos os filhos que lhe apresentarem mãos limpas.

Muitos espíritos, mais convencionalistas que propriamente religiosos, encontram nessa notícia dos Atos uma informação sobre determinados privilégios que teriam sido concedidos ao Apóstolo.

Antes de tudo, porém, é preciso saber que semelhante concessão não é exclusiva. A maioria dos crentes prefere fixar o Paulo santificado sem apreciar o trabalhador militante.

Quanto custou ao Apóstolo a limpeza das mãos?

Raros indagam relativamente a isso.

Recordemos que o amigo da gentilidade fora rabino famoso em Jerusalém, movimentara-se entre elevados encargos públicos, detivera dominadoras situações; no entanto, para que o Todo-Poderoso lhe utilizasse as mãos, sofreu todas as humilhações e dispôs-se a todos os sacrifícios pelo bem dos semelhantes. Ensinou o Evangelho sob zombarias e açoites, aflições e pedradas. Apesar de escrever luminosas epístolas, jamais abandonou o tear humilde até à velhice do corpo.


Considera as particularidades do assunto e observa que Deus é sempre o mesmo Pai, que a misericórdia divina não se modificou, mas pede mãos limpas para os serviços edificantes, junto à humanidade. Tal exigência é lógica e necessária, pois o trabalho do Altíssimo deve resplandecer sobre os caminhos humanos.


pelo Espírito Emmanuel
Do livro: Caminho, Verdade e Vida,
Médium: Francisco Cândido Xavier.

Mensagens em imagens...



Caridade
Não deixe apagar essa chama em seu peito...

Palestras em MP3 ...


Seguem abaixo algumas das palestras que proferí no período das férias em alguns centros amigos nossos.

Influencias Espirituais
Proferida na Escola Espírita Espaço Esperança - Bezerros - PE

O Consolador Prometido
Proferida no Núcleo de Estudos Espíritas Violeta Griz - Palmares - PE

Reação
Proferida no Grupo Espírita Obreiros da Caridade - Palmares - PE


Programas de Rádio ...



Programa Fonte de Luz:
11/07/09 - Deus na visão Espírita

Escute estes e outros programas online em:
http://www.radiobomespirito.com/programa.html

Músicas espíritas...


Amigos,

Recebí um email de um novo amigque solicitava a divulgação de algumas músicas do cantor e compositor espírita

Lourenço Cantineto

Espírita do Rio de janeiro que é frequentador e trabalhador do Centro Espírita Humildade e Amor, Rua Cisplatina, 148 - Irajá - Rio de Janeiro; e também editor do Jornal Ajuda.

Lourenço além de tocar violão, toca piano e compõe músicas também para a MPB. LAnçou já dois CD's e toda a renda deles é destinada às obras do C.E.H.A.

Qualquer contato que se deseje realizar pode ser feito através do email equipe@jornalajuda.net , que está disponível na página do Jornal Ajuda.

Como é sempre bom ouvir músicas de qualidade e que nos trazem mensagens de paz e harmonia, seguem algumas para que possamos apreciar.

O Passe Ilumina

O Protetor

Ciência, Filosofia

Ou Assitam a este vídeo que foi postado no YouTube pelo nosso confrade Jorge Carrico:
http://www.youtube.com/watch?v=xIqGZIN9pmw

Espero que todos gostem.

Muita Paz.

Espiritismo e vegetarianismo...

Outra matéria que recebí por email (valeu Ramon!) e que acho muito interessante.


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A questão da alimentação sempre foi motivo de discussão. A abstenção desse ou daquele alimento sempre foi discutida e recomendada, e teve variadas finalidades de acordo com o povo, a época, a cultura e a região.


Conhecedor de tal realidade, Kardec perguntou ao Espíritos:
"A abstenção de certos alimentos, prescrita entre diversos povos, funda-se na razão?"
"Tudo aquilo de que o homem se possa alimentar, sem prejuízo para a sua saúde, é permitido. Mas os legisladores puderam interditar alguns alimentos com uma finalidade útil. E para dar maior crédito às suas leis apresentaram-nas como provindas de Deus". (O Livro dos Espíritos, questão nº721 )


Hoje, no meio espírita, tem crescido a idéia da carne como sendo um alimento impuro, que poderia interferir inclusive no potencial mediúnico dos médiuns e até no destino espiritual das criaturas. Um dos responsáveis por tais idéias: o polêmico espírito Ramatis.

O livro "Fisiologia da Alma", psicografado pelo espiritualista e vegetariano radical Hercílio Maes, aborda o vegetarianismo muito mais em consonância ao pensamento hinduísta, radicalizando a questão e abordando-o sob um suposto prisma "espiritual". Daí, foi um pulo para que certos "espíritas", na verdade simpatizantes de Ramatis, passassem a dizer que não se podia ser verdadeiro espírita aquele que consumisse carne. O radicalismo de Ramatis no citado livro é tanto que, recentemente, um dos seus médiuns chegou a escrever em seu site: "Não acredito em vegetarianismo radical e não sou vegetariano", comentando sobre algumas idéias polêmicas contidas nos livros de seu antecessor, o paranaense Hercílio Maes.

A postura de gigantes no entendimento doutrinário em relação ao modismo vegetariano foi firme.


A difusão no movimento espírita da "idéia" de que comer carne vermelha é proibido aos médiuns foi tida por Herculano Pires como típica do "misticismo igrejeiro", ou resultante da contaminação por idéias do orientalismo mágico, constituindo-se, assim, em um flagrante engano, do ponto de vista científico-doutrinário.

Observemos que o tema não escapou a Kardec e aos Espíritos Superiores:
"A alimentação animal, para o homem, é contrária à lei natural?"
"Na vossa constituição física, a carne nutre a carne, pois do contrário o homem perece. A lei de conservação impõe ao homem o dever de conservar as suas energias e a sua saúde para poder cumprir a lei do trabalho. Ele deve alimentar-se, portanto, segundo o exige a sua organização". (Em "O Livro dos Espíritos, questão 722)

"A abstenção de alimentos animais ou outros, como expiação é meritória?"
"Sim, se o homem se priva em favor dos outros, pois Deus não pode ver mortificação quando não há privação séria e útil. Eis porque dizemos que os que só se privam em aparência são hipócritas".(Ver item 720.) (O Livro dos Espíritos, questão nº724)

"As privações voluntárias, com vistas a uma expiação igualmente voluntária, têm algum mérito aos olhos de Deus?"
"Fazei o bem aos outros e tereis maior mérito". (idem, questão nº 720)

Referindo-se justamente às crenças hinduístas, em que até mesmo animais perigosos à saúde humana, como baratas e ratos, não podem ser mortos, Kardec indagou:
"Os povos que levam ao excesso o escrúpulo no tocante à destruição dos animais têm mérito especial?"
"É um excesso, num sentimento que em si mesmo é louvável, mas que se torna abusivo e cujo mérito acaba neutralizado por abusos de toda espécie. Eles têm mais temor supersticioso do que verdadeira bondade". (O Livro dos Espíritos, questão nº 736)

Vejamos ainda o que consta de "O Evangelho Segundo o Espiritismo":
"... Amai, pois, a vossa alma, mas cuidai também do corpo, instrumento da alma; desconhecer as necessidades que lhe são peculiares por força da própria natureza, é desconhecer as leis de Deus. Não o castigueis pelas faltas que o vosso livre arbítrio o fez cometer, e pelas quais ele é tão responsável como o cavalo mal dirigido o é, pelos acidentes que causa. Sereis por acaso mais perfeitos, se, martirizando o corpo, não vos tornardes menos egoístas, menos orgulhosos e mais caridosos? Não, a perfeição não está nisso, mas inteiramente nas reformas a que submeterdes o vosso Espírito. Dobrai-o, subjugai-o, humilhai-o, mortificai-o: é esse o meio de o tornar mais dócil à vontade de Deus, e o único que conduz à perfeição."

Tal ensino está em perfeita conformidade com o do Cristo, exarado nas seguintes passagens:
"E chamando a si as turbas, lhes disse: Ouvi e entendei. Não é o que entra pela boca o que faz imundo o homem, mas o que sai da boca, isso é o que faz imundo o homem". (Mateus, XV:11).

"E respondendo Pedro, lhe disse: Explica-nos essa parábola. E respondeu Jesus: Também vós outros estais ainda sem inteligência? Não compreendeis que tudo o que entra pela boca desce ao ventre, e se lança depois num lugar escuso? Mas as coisas que saem da boca vêm do coração, e estas são as que fazem o homem imundo; porque do coração é que saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as fornicações, os furtos, os falsos testemunhos, as blasfêmias. Estas coisas são as que fazem imundo o homem. O comer, porém, com as mãos por lavar, isso não faz imundo o homem". (Mateus, XV: 16-20).

O comentário ao ensinamento de Jesus, contido n'O Evangelho Segundo o Espiritismo, é incisivo:
"...Como era mais fácil observar a prática dos atos exteriores, do que se reformar moralmente, de lavar as mãos do que limpar o coração, os homens se iludiam a si mesmos, acreditando-se quites com a justiça de Deus, porque se habituavam a essas práticas e continuavam como eram, sem se modificarem."

O respeitado médium José Raul Teixeira, certa feita, comentou a respeito, no que tange à relação entre consumo de carne e prática mediúnica:

Pergunta: "A alimentação vegetariana será mais aconselhável para os médiuns em geral?"
Raul Teixeira: "A questão da dieta alimentar é fundamentalmente de foro íntimo ou acatará a alguma necessidade de saúde, devidamente prescrita. Afora isto, para o médium verdadeiro não há a chamada alimentação ideal, embora recomende o bom senso que se utilize uma alimentação que lhe não sobrecarregue o organismo, principalmente nos dias de reunião mediúnica, a fim de que não seja perturbado por qualquer processo de conturbada digestão que, com certeza, lhe traria diversos inconvenientes. A alimentação não define, por si só, o potencial mediúnico dos médiuns que deverão dar muito maior validade à sua vida moral do que à comida obviamente. Algumas pessoas recomendam que não se comam carnes, nos dias de tarefa mediúnica, enquanto outras recomendam que não se deve tomar café ou chocolate, alegando problemas das toxinas, da cafeína, etc., esquecendo-se que deveremos manter uma alimentação mais frugal, a partir do período em que já não tenha tempo o organismo para uma digestão eficiente. É mais compreensível, e me parece mais lógico, que a pessoa coma no almoço o seu bife, se for o caso, ou tome seu cafezinho pela manhã, do que passar todo o dia atormentada pela vontade desses alimentos, sem conseguir retirar da cabeça o seu uso, deixando de concentrar-se na tarefa, em razão da ansiedade para chegar em casa, após a reunião, e comer ou beber aquilo de que tem vontade. Por outro lado, a resposta dos espíritos à questão 723 de O Livro dos Espíritos é bastante nítida a esse respeito, deixando o espírita bem à vontade para a necessária compreensão, até porque a alimentação vegetariana não indica nada sobre o caráter do vegetariano. Lembremo-nos que o "médium" Hitler era vegetariano e que o médium Francisco Cândido Xavier se alimenta com carne". (em "Diretrizes de Segurança")

Para os hinduístas, assim como para Ramatis, espírito que ainda traz impregnado certos atavios religiosos e culturais, dos quais não conseguiu despir-se, o ato de fazer abstinências, mortificações ou de cumprir rituais é mais fácil do que perdoar, vencer o orgulho, o ódio e o egoísmo. Muito fácil realmente, para os hipócritas, apegarem-se a fórmulas simplistas e idéias de ordenanças sagradas, pois lhes dão uma ilusória sensação de pureza.

Preocupado com o radicalismo da argumentação ramatisiana, o médium Wagner Borges, que afirma psicografar o citado espírito oriental, arrumou a seguinte justificativa, contida em seu livro "Viagem Espiritual":
"O conteúdo das idéias expostas no livro "Fisiologia da Alma" é de sua autoria, mas o radicalismo das opiniões é de Hercílio Maes, que era fanático por vegetarianismo (...)"

De qualquer forma, falta ao movimento ramatisista reconhecer tal interferência anímica e providenciar uma completa correção nos livros de Ramatis, não é mesmo?

Assim sendo, para finalizarmos, pensamos que cada um tem o direito de seguir a dieta que bem entender, sem a pretensão de impor suas preferências às outras pessoas, sob qualquer pretexto.


Todos somos do ponto-de-vista que os excessos são prejudiciais, e não é isso que está em questão. Alimentar-se com parcimônia é saudável e constitui-se em prática ideal para todo aquele que deseja ter saúde.


Fonte: Espiritismo x Ramatisismo

Espíritos se comunicam na Igreja...

Recebí esta matéria por email e achei inprescindível dividir com vocês.

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Fátima Fariasfatimafarias@bol.com.br


Um dos segredos guardados pela Igreja Católica acaba de ser desvendado: os espíritos se comunicam no seio da própria Igreja. A revelação veio à tona através do pesquisador de fenômenos paranormais baiano Clóvis Nunes, que conseguiu filmar e fotografar o Museu das Almas do Purgatório, em Roma, e constatou que há pelo menos 104 anos ali estão registradas marcas que legitimam a comunicação e aparições de pessoas mortas.


Tudo começou com um misterioso incêndio na inauguração de um altar, em 1897. Os fiéis, ao apagarem o fogo, perceberam no mármore a marca de um rosto atormentado de um homem. O curioso, segundo Clóvis, é que não havia qualquer combustível no local. Padre Victory Juet e outros entenderam que a materialização daquele rosto, cujos resíduos estão intactos até hoje, se tratava de um fenômeno paranormal insólito.


Com o tempo, o acervo foi se ampliando, com peças vindas de outras igrejas. As relíquias são imagens surpreendentes e revelam que as comunicações espirituais na Igreja são evidentes e acontecem em diferentes épocas. Em entrevista exclusiva, ele nos relata detalhes de sua ousadia em driblar a segurança para desvendar os mistérios. Cita casos de padres que admitem a comunicabilidade com os espíritos, escrevem livros e fazem conferências sobre o assunto.
Revela o depoimento do papa João Paulo II, no dia de finados de 1983, na Praça de São Pedro, em Roma, para mais de 20 mil pessoas: "O diálogo com os mortos não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo". Este foi relatado pelo padre Gino Concetti, diretor do Observatório Romano, ao publicar uma série de informações oficiais do Vaticano, que legitima o intercâmbio entre vivos e mortos, desde que esteja vinculado a uma ética adequada de uma postura positiva, dentro da construção de valores espirituais para com os interesses da religião.


"Essa frase legitima, de uma forma muito clara, a posição do papa, com relação ao diálogo com os mortos, e a atual posição da igreja que ao longo do tempo vem sofrendo modificações", conclui Clóvis.


Museu esconde o mistério
O Museu das Almas do Purgatório foi criado pela Igreja no início do século passado pelo padre Victory Juet, que pertencia à Ordem do Sagrado Coração de Jesus, fundada em 1854 pelo padre Chevalier, com a finalidade de proferir missa e orações em sufrágio das almas em sofrimento. Esta organização se desenvolveu em Roma a partir do trabalho de Juet que se transformou numa das maiores personalidades de sua época. Foi procurador de Roma, amigo pessoal e de extrema confiança do Papa Pio X.


Em 15 de novembro de 1897, quando se havia adornado o altar para uma festa, em comemoração às conquistas para construção do grande santuário, que é hoje a igreja, aconteceu o incêndio misterioso. Victory Juet e os fiéis deduziram que seriam almas do purgatório pedindo preces para aliviar seus sofrimentos no Além, uma vez que a igreja estava sendo construída para isso, além de uma demonstração real de que a Igreja seria necessária. A partir daí, o padre, impressionado, comunicou ao papa e às autoridades eclesiásticas, empreendeu muitas viagens pelos países europeus, buscando testemunhos, provas e sempre investigando para inserir outras comunicações semelhantes.


Depois de algum tempo e de uma grande quantidade de material selecionado ele fundou o primeiro Museu Cristão de Além Túmulo, com autorização do papa, para legitimar todas as peças que registram aparições de comunicação espírita entre padres e freiras. "Hoje o museu tem a quantidade de peças resumidas, mas é o registro dessas aparições durante muitos anos em diversas igrejas e diversas partes do mundo", destaca Clóvis.


Segundo ele, a igreja admite, através do museu, a comunicação entre os vivos e os mortos. "Ali está uma testemunha autêntica da imortalidade, da comunicabilidade com os espíritos, muito embora 90% ou mais dos padres desconheçam este museu, pois foi instituído por uma Ordem e somente os padres que estão ligados a ela, o Sagrado Coração de Jesus, sabe da sua existência. Mas se o papa Pio X autorizou sua criação e se o fenômeno aconteceu ali é porque desde aquela época a Igreja admite a comunicação com os mortos. Não explicitamente para o público, mas entre as autoridades eclesiásticas, acreditamos que isso é um fato de algum tempo. Portanto, mais de 100 anos que estas peças registram silenciosamente fatos incontestáveis de que os espíritos se comunicam dentro do seio da Igreja Católica", analisa.


O teor das mensagens
Algumas das comunicações destes padres eram o mal uso, por exemplo, das ofertas da missa e depois com a consciência culpada vinham dizer onde estava este dinheiro guardado. Outras foram de freiras que vinham dizer às irmãs que a vida continuava depois da morte. Também uma grande parte de casos de espíritos em sofrimento que voltavam pedindo para celebrar missa para alívio das dores e das perturbações da alma.


Como a Igreja Católica tem a leitura do Além em três níveis de realidades, explica Clóvis: os bons vão para o Céu; os maus vão para o Inferno e os que não são totalmente nem bons nem totalmente maus ficam temporariamente no Purgatório, como a maioria das comunicações vieram solicitando preces, a Igreja atribuiu este nome de Museu das Almas do Purgatório, após a morte do padre Victory Juet, porque o nome original era Museu Cristão de Além Túmulo.
No começo do século passado, o padre Victory Juet abriu o museu para o público no mesmo período que a igreja foi aberta ao culto, em 1917. A partir de então, o museu passou a despertar muita curiosidade, interpretações precipitadas e equivocadas e a Igreja resolveu então reservar estas informações porque a maioria das interpretações que se dava ao Museu das Almas do Purgatório era relacionada com o satanismo. Os leigos interpretavam as comunicações como algo demoníaco. Isso perturbou não só a fé dos fiéis como também contribuiu para uma má informação do pensamento da doutrina cristã da Igreja. Daí a igreja não liberar mais a visitação, para preservar a contextualização religiosa.


Papa legitima diálogo
O papa João Paulo II não foi o único que se pronunciou sobre o assunto. Clóvis Nunes afirma que muitos outros testemunhos, por parte das autoridades eclesiásticas, admitem a possibilidade de comunicação dos espíritos. Desde o período da transcomunicação (comunicação com os espíritos através de meios eletrônicos) que a Igreja tem se inclinado a uma posição favorável na comunicação com o Além. O Papa Pio XII foi informado destes contatos. Atualmente são muitos padres envolvidos. O padre suíço Léo Schmid publicou o livro Quando os Mortos Falam, resumindo cerca de 12 mil comunicações de espíritos por vozes paranormais, registradas em gravador por k-7.


Também o padre karl Pfleger foi liberado de suas obrigações tradicionais da Igreja para pesquisar o assunto e resultou em opiniões claras e definidas de que a comunicação era uma realidade. Na França, o padre François Brune escreveu o livro Os Mortos nos Falam, traduzido em 11 idiomas e vendido em livrarias católicas. Em parceria com um pesquisador da Universidade de Sourbone, escreveu o livro Linha Direta com o Além. Na Bélgica, Jean Martan escreveu o livro Milhares de Sinais, que resume evidências de comunicação e faz conferências legitimando estas possibilidades. E por aí vai.


"O Espiritismo existe"
E a comunicação entre vivos e mortos será que existe? O padre Gino Concetti, de viva voz, respondeu à reportagem do Fantástico: "Eu acredito que sim. Eu acredito e me baseio num fundamento teológico que é o seguinte: todos nós formamos em Cristo um corpo místico, do qual Cristo é o soberano. De Cristo emanam muitas graças, muitos dons, e se somos todos unidos, formamos uma comunhão. E onde há comunhão, existe também comunicação".


Padre Gino Concetti foi mais além, ao afirmar que "o espiritismo existe, há sinais na Bíblia, na Sagrada Escritura, no Antigo Testamento. Mas não é do modo fácil como as pessoas acreditam. Nós não podemos chamar o espírito de Michelangelo, ou de Rafael. Mas como existem provas na Sagrada Escritura, não se pode negar que exista esta possibilidade de comunicação".


Concetti recebeu ainda eco ou reforço do teólogo Sandro Register: "A Igreja acredita que seja possível uma comunicação entre este mundo e o outro mundo. A Igreja já tem convicção de que esta comunicação existe. A Igreja se sente peregrina, porque vive na terra e possui uma pátria no céu".


Ao admitir a possibilidade do diálogo espiritual, padre Concetti faz questão de ressaltar que este ato não será pecado desde que sob a inspiração da fé e que se evite a prática de idolatria, a necromancia, a superstição e o esoterismo. Justifica que não se pode brincar com as "almas dos trespassados" e nem evocá-las por motivos fúteis, para obter por exemplo número de loterias Isso tudo de acordo com entrevista publicada no Jornal Ansa, em Itália – novembro de 1996.


A sustentação do Cristianismo
O parapsicólogo Clóvis Nunes observa que o Museu das Almas representa para os cristãos a certeza da fé no Além, e analisa: "O mistério do Cristianismo nasceu desta comunicação com o Além. Desde o nascimento de Cristo, anunciado por um espírito, até mesmo a sustentação do Cristianismo, porque este só se tornou sustentável quando Jesus ressurgiu dos mortos, no terceiro dia. A partir daí, o Cristianismo se legitimou e outros fenômenos incríveis da história foram legitimados pela comunicação entre vivos e mortos".


"Outro aspecto importante, prossegue o pesquisador, foi a conversão de Paulo de Tarso, na estrada de Damasco, quando se deparou com o espírito de Jesus, que perguntou-lhe: 'Saulo, Saulo, por que me persegues?' Ele caiu cego do cavalo. O Cristo já havia morrido quando este contato aconteceu. Então, o mistério do Cristianismo é o ressurgimento de Jesus do Além e a convicção dos cristãos, dos discípulos, dos apóstolos somente foram construídos depois da certeza inabalável que Jesus vivia após a morte. Isso foi a redenção do Cristianismo, que começa depois da cruz".


A relação disso tudo com o museu, para Clóvis, é que ele faz a ponte, porque durante todos estes séculos houve um grande muro de silêncio entre vivos e mortos por parte da Igreja e que acaba de ser derrubado, demonstrando que a imortalidade da alma é a continuidade da vida e que este silêncio que as religiões cristãs fizeram, mesmo falando de eternidade, nunca criaram as condições possíveis para o diálogo com esta eternidade. "O museu mostra que o diálogo pode ter sido evitado, mas foi natural. Agora com a revelação daquele local, acredito que muitos cristãos vão pensar um pouco mais", prevê.


Programa mostrou tudo
Durante cerca de quinze minutos, Clóvis mostrou no programa Fantástico, da Rede Globo, pela primeira vez no Mundo, imagens surpreendentes que revelam que as comunicações de espíritos. "Acredito que devem ter havido muito mais comunicações. Só o padre Victory obteve mais de 240 peças. A maioria das imagens do museu é original. Há resíduos reais das peças, inclusive a do incêndio ainda está lá, escondida por três pequenas portas de madeira e pintado uma amadona com dois anjos, mas conseguimos filmar", detalha Clóvis e arremata.


"As peças são registros insólitos de fatos paranormais, exclusivos, maravilhosos e extraordinários. Enfim, o museu é a concentração de evidências indiscutíveis de que a morte não nos mata, a vida continua e podemos nos comunicar com aqueles que se foram na frente". Clóvis Nunes é consultor da Rede Globo de Televisão para assuntos paranormais. Foi ele quem enfrentou o padre Quevedo no quadro dominical "O Caçador de Enigmas", no Fantástico.


O acesso às informações
Clóvis Nunes teve acesso às informações através de dois grandes amigos. Um pesquisador muito importante do mundo da ciência paranormal, que é o parapsicólogo mineiro Henrique Rodrigues, que lhe falou a primeira vez sobre o museu. Posteriormente leu alguma coisa na literatura de parapsicologia e mais tarde outro grande amigo, um padre da Ordem de São Sulplício, escritor que vivia em Paris e uma autoridade no mundo das pesquisas, o padre François Brune (foto), lhe certificou que o museu existia. De passagem à Itália, há uns seis anos atrás visitou o museu de uma forma muito rápida, os padres não explicaram detalhes, mas ele insistiu e arremata os resultados.


"Foi tudo de forma passageira sem dar muita importância, mas nós que fazemos pesquisas sobre paranormalidade vimos naquele museu que se ocultava um tesouro de formações maravilhosas de comunicações com o Além e a certeza da eternidade. Vim com o projeto de voltar ali para registrar e documentar as suas peças e somente agora isso foi possível".


Publicado no jornal Tribuna Espírita - Dezembro 2001

Frases Marcantes
"O diálogo com os mortos não deve ser interrompido porque, na realidade, a vida não está limitada pelos horizontes do mundo". Papa João Paulo II
"O pronunciamento do papa legitima, de uma forma muito clara, a atual posição da igreja, com relação ao diálogo com os mortos, que ao longo do tempo vem sofrendo modificações".Clóvis Nunes
"O espiritismo existe, há sinais na Bíblia, na Sagrada Escritura, no Antigo Testamento. Não se pode negar que exista esta possibilidade de comunicação". Gino Concetti
"A Igreja acredita que seja possível uma comunicação entre este mundo e o outro mundo. A Igreja se sente peregrina, porque vive na terra e possui uma pátria no céu".Sandro

RegisterFonte: LarSantissimaTrindade

Estamos de volta!...


Olá a todos, bom dia!!!!



Após um período de férias, estamos de volta a ativa.

Obrigado pelas mensagens e contatos que foram realizados durante este período em que estava fora. O carinho e a presença de vocês é muito importante para este pequeno espaço.

Desculpem aos que respodí com um pouco de atraso, mas nas férias nem sempre tive acesso a internet.

É muito bom estar de volta!

Muita Paz par todos

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