Lingua afiada...


Queridos amigos,

Para mim um dos defeitos mais fáceis de tentarmos corrigir e que menos nos esforçamos para fazer é o tal comentário desnecessário; a tal "fofoca".


Diminuir o volume de tempo de produtividade que desperdiçamos em tais atividades já seria uma caridade enorme para nós e para o mundo.

Pior ainda quando espalhamos algo que não temos certeza, que não é bom e que não sabemos se é verdadeiro... Lembram das três peneiras?

Para mim aquele que se dez Cristão (seguidor do Cristo) e que não se esforça para vencer este(ou outros) defeitos deveria tentar fazer uma real autoanálise e identificar se está realmente se definindo corretamente; O Cristo nos exorta "não Julgueis" e "faz ao próximo como gostaria que fizessem a tí mesmo" - precisamos então repensar nossas atitudes e a coerencia com o nosso Mestre.

Recebí hoje um email que traz uma mensagem que julto muito oportuna para ilustrar esta opinião. Segue abaixo:

"Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso.

Algum tempo depois, descobriram que era inocente.

O rapaz foi solto, após muito sofrimento e humilhação, e processou o homem.

No tribunal, o homem disse ao juiz: "Comentários não causam tanto mal..."

E o juiz respondeu: "Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois, pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença!"

O homem obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: "Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem!"

"Não posso fazer isso, meritíssimo! O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão!"

E o juiz respondeu: "Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado."

Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada!

Sejamos senhores de nossa língua, para não sermos escravos de nossas palavras.

Uma língua muito afiada pode cortar a própria garganta.

Nunca se esqueça: quem ama não vê defeitos. Quem odeia não vê qualidades. E quem é amigo vê as duas coisas."


Autor desconhecido
(quem me passou foi o amigo Ramon
do PalmaresEspírita)

Um comentário:

Julimar Murat disse...

Quanto de nós tantas vezes nos atentamos por algo que não nos acrescenta em nada, quando podemos nos dedicar com algo que realmente vale a pena.
Vale refletir.
Um beijo Julimar

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